Quem nunca se imaginou na pele de um Jedi usando um sabre de luz? Essa é uma fantasia dos fãs de Star Wars e que este jogo acaba por proporcionar algo semelhante. Mas como já pudemos ver em filmes da saga, ser um Jedi é um caminho bastante árduo e que dá bastante trabalho.

Este jogo mostra precisamente isso, o trabalho e a dificuldade que é ser um Jedi. Numa das missões onde vamos defrontar a Nona Irmã, uma personagem musculada com um sabre de luz duplo, vamos ter alguma dificuldade em nos defender e atacar a mesma. Acho que só a consegui derrotar após algumas tentativas depois de perceber quais os padrões de ataque dela. Assim que entendi como me defender e qual o momento certo para atacar as coisas pareceram bastante fáceis. Considero que a luta com a Nona Irmã foi uma aprendizagem e nesse momento entendi o poder que tinha e a importância de observar os oponentes.

A maior missão que Jedi: Fallen Order tem é fazer o jogador sentir-se um verdadeiro Jedi mas o caminho até lá é tortuoso, algo muito idêntico ao visto em jogos como Dark Souls ou Sekiro. Não é que goste muito de comparar os jogos desta forma, mas depois de jogar este título torna-se impossível não ver as referências, pelo menos no que toca a jogabilidade. Isso pode ver-se em coisas como a barra de fôlego e os timings que temos de defesa e ataque, mas isso são só alguns exemplos.

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Durante muitos anos os jogos de tiro abordaram a segunda guerra mundial, e a Activision era uma das produtoras que melhor fazia esse tipo de jogos. Mas tudo mudou em 2007 quando esta mesma produtora abordou guerras mais atuais que mais parecia que estavam a acontecer em redor do mundo, estou a falar de Call of Duty: Modern Warfare. Ainda por cima com a guerra que já existia no Iraque e após o atentado de 11 de Setembro, as guerras atuais faziam mais sentido do que nunca.

Este título revolucionou a franquia e transformou a Activision na gigantesca produtora que é hoje em dia.

É certo que após várias guerras futuristas (Black OPS), guerra fria, combates no espaço e afins, já estava na altura de regressar ao maior e melhor título da franquia.

A guerra que levou a mudança feita em 2007 é a mesma retratada em Modern Warfare de 2019, mas desta vez tem algumas personagens diferentes.

Desde 2007 que fiquei com a ideia que o jogo parecia uma cena saída de Hollywood por causa dos tiroteios e explosões cinematográficas que o jogo tem. Um verdadeiro título que para além de retratar as guerras atuais ainda diverte os jogadores.

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Já lá vai algum tempo desde que joguei o último título Need for Speed. O último título foi Need for Speed Payback e foi lançado em 2017

 esta franquia já teve altos e baixos como todos os jogos e já teve títulos que foram muito odiados pelos fãs.

As expectativas em relação a este jogo eram bem elevadas,  Infelizmente a EA Games e a Ghost Games acabaram por não criar um título incrível para o 25º aniversário da franquia.

Creio que jogaram demasiado na defesa e o jogo  não é nada mais nada menos do que tudo o que foi criado de bom nos anteriores títulos. Na minha opinião jogaram demasiado na defensiva e não tiveram qualquer tipo de ambição.

 

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Eis que finalmente mais um jogo do grandioso Hideo Kojima está nas nossas mãos. Para os mais desatentos, Hideo Kojima é conhecido pela sua criação da franquia de Metal Gear Solid e pela sua grandiosidade, com a excepção de Metal Gear Sólido Survival que já foi feito depois da sua saída da produtora.

Hideo Kojima trabalhou arduamente com toda a equipa da Kojima Productions para trazer este incrível jogo até aos jogadores, que por sinal estão ansiosos por deitar as mãos a este título.

Um dos objetivos de Kojima foi criar um jogo diferente com mecânicas e ideias diferentes das habituais. Ao mesmo tempo não poderia fugir de um estilo de jogo a que já está habituado, afinal de contas ele é bom no que faz.

O jogador pode preparar-se para mais de 50 horas de campanha, são muitas horas e há muito a ser feito e muito a ser jogado.

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Chegou finalmente o remake do jogo Medieval que deu tantas alegrias aos jogadores e chega precisamente na altura do Halloween.

Em Medieval o jogador controla um esqueleto que arranca cabeças bde zombies, espantalhos, sapos e outros monstros.

História…

A história do jogo acontece no reino de Gallowmere, local onde Sir Daniel Fortesque foi um guerreiro que liderou as defesas do local contra Zarok.

Zarok era um terrível mago que queria vingar-se do rei mas que acabou por ser derrotado mas isso acabou por custar a vida de Sir Daniel.

Apesar de todos considerarem o protagonista desta história um herói, na realidade as coisas não foram bem assim.

Tudo não passou de uma bela farsa, digamos que o cavaleiro foi o primeiro a cair no campo de batalha, ele levou uma flechada e morreu. E outro pormenor é que Zarok não foi na realidade derrotado definitivamente, cem anos após a batalha ele sai do seu calabouço para fazer Gallowmere entrar de novo no caos.

O certo é que o plano de Zarok acabou por trazer Sir Dan (vamos chama-lo assim) de volta a vida.

Sir Dan agora é um esqueleto e desta vez ele tem de fazer jus ao que os livros de histórias contam e acabar com Zarok de uma vez por todas.

O enredo do jogo não é o melhor de todos os tempos, mas tendo em conta que este jogo tem muitos anos e que a Other Ocean fez um excelente trabalho no remake, então já vale a pena.

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 Manual Samuel, desenvolvido pela Perfectly Paranormal, este jogo vem para provar que os jogos não têm de ser demasiado sérios e que há espaço para este estilo.

O gênero deste jogo é um pouco complicado de definir, pois poderia ser um 2D como poderia ser um simulador do dia a dia ou outro tipo, mas creio que o melhor é deixar cada um de vocês decidir o que acha…

História…

No que toca a história, Manual Samuel não é nada que nos faça ficar boquiaberto. Ele é uma pessoa normal com uma namorada perfeitamente normal e que morre logo no inicio do jogo fazendo com que esse acontecimento seja o mote do jogo. 

O jogo começa precisamente nesta altura, altura em que Samuel está no inferno e faz um acordo com a morte de forma a regressar a vida tudo do zero… Assim sendo vamos ter de aprender a andar, respirar, piscar os olhos, comer ou até mesmo aprender a manter-nos de pé.

Resumindo a nossa jornada com Samuel é na realidade uma reaprendizagem de forma manual de todas as coisas que nós fazemos automaticamente  no nosso dia a dia.

O jogo é bem engraçado e se no início deste jogo eu pensei que ia detestar este jogo, rapidamente mudei de idéias.

O jogo está dividido em ações do dia a dia e é bem engraçado, principalmente porque a morte nos acompanha a cada instante.

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Grid chega ao mercado dos videojogos e desta vez com o nome Grid Ultimate Edition. Este jogo foi revelado sem grandes destaques e ainda com a desvantagem de este ser um reboot da popular serie Grid que saiu em 2008. Muito provavelmente este jogo não terá o mesmo destaque e espaço que teve no seu tempo, até porque o gênero de jogo de corridas a que Grid pertence está muito bem preenchido. O jogo chega para as seguintes plataformas, PC, Xbox Onde e PS4.

O jogo foi desenvolvido pela Codemasters, uma das editoras mais consagradas no que toca a jogos de automobilismo. O jogo GRID que nos chega agora à mão aposta essencialmente num regresso as raízes onde misturam simulação e arcade num só jogo.

Assim que iniciamos o jogo percebemos que GRID nos trás aquela nostalgia da era da PlayStation 2, muito disso pela sua simplicidade, algo que acaba por se tornar um pouco negativo.

O jogo conta com três modos de jogo disponíveis, o modo "Carreira", modo " Multiplayer" e um modo "Organização de partidas".

No final de contas tudo isto se resume em ganhar pontos num ou nos três modos de jogo de forma a evoluir o nosso piloto ao máximo.

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Estou numa altura da minha vida que nem sempre é fácil parar um pouco em frente a secretária para poder jogar um pouco de forma a descontrair depois de um dia de trabalho. Mas as consolas portáteis permitem colmatar um pouco essa falta de tempo.

Eu adoro jogos de zombies mas as consolas portáteis não têm assim tantos jogos deste gênero, por isso é com grande prazer que eu vejo chegar a consola Nintendo Switch o jogo Into the Dead 2.

Este é um jogo muito idêntico ao seu antecessor, podemos descrevê lo como um jogo de corrida em primeira pessoa em que temos de ir do ponto A ao ponto B. Durante a nossa corrida iremos ter de nos desviar de carros em chamas, celeiros, casas e grupos de zombies de forma a conseguirmos chegar ao local onde iremos falar com o nosso grupo através do rádio transmissor. As munições são bastante reduzidas por isso convém não falhar muitos tiros, afinal de contas iremos desviar-nos dos zombies mas podemos e devemos abater alguns durante a corrida, o próprio jogo nos dá o objetivo de abater uns quantos seja de pistola ou de shootgun.

Estas corridas e objetivos fazem com que se vão desbloqueando novas armas e peças para as mesmas, por isso convém chegar sempre o mais longe possível sem ser rasgado ao meio por um zombie.

Into the Dead 2 é um jogo divertido e cada nível é relativamente rápido podendo fazer alguns níveis em poucos minutos.

Para além dos desafios referentes a cada uma das corridas ainda temos os desafios diários onde podemos ganhar dinheiro extra enquanto testamos armas que não estão no nosso inventário. Temos ainda o modo sobrevivência onde tentamos aguentar em jogo o máximo de tempo possível e esses dados são comparados com os dados de outros jogadores ao redor do mundo.

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Mais um ano mais uma edição de PES e desta vez com algumas novidades bem interessantes.

Para quem não liga nenhuma a jogos de futebol, ou simuladores desportivos é muito comum pensar que estes jogos são todos iguais e só mudam os jogadores e equipamentos das equipas, mas na realidade as coisas não são bem assim.

eFootball PES 2020 chega ao mercado e a Konami continua a ser a sua editora e mostrou que é possível criar um jogo diferente mantendo tudo o que estava bem feito nos jogos anteriores da franquia.

A ideia era aproximar eFootball PES 2020 da realidade e a editora japonesa fez uma parceria com o jogador Andrés Iniesta e os seus conselhos fazem-se notar na jogabilidade.

A simulação física está mais precisa e cadenciada mas tornando os jogadores mais lentos e pesados, algo que não agradará a muitos jogadores. Mas passados os primeiros instantes de jogo os jogadores quase nem vão dar por esse pormenor acabando por se adaptar com facilidade.

A animação dos jogadores acontece com fluidez o que faz com que os movimentos dos jogadores sejam mais naturais e realistas.

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Acho que ninguém estava a contar com este lançamento para o sistema PlayStation, e na verdade acho que também ninguém estava a espera deste gênero de jogo, por isso aqui vai a nossa review de Erica.

O jogo Erica na realidade é um filme interativo, o seu maior erro é ser muito similar a outros títulos que já existem disponíveis em plataformas como Netflix e mesmo no YouTube.

Erica foi lançado de surpresa no decorrer da GamesCom 2019, uma surpresa até mesmo para criadores de conteúdos e membros de imprensa do mundo dos videojogos.

Este é o primeiro jogo do estúdio britânico Flavourworks e é inspirado em títulos como Walking Dead, Until Down ou até mesmo Black Mirror. Digamos que Erica é um jogo/filme interativo com muitos mistérios e um pouco de sobrenatural.

Ahonque o que destaca Erica de outros jogos do mesmo gênero é o facto de usar filmagens de atores e locais verdadeiros em vez de locais e personagens digitais. É como se fosse um filme de Hollywood onde quem vê é que decide o que vem de seguida.

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