Max tem como trabalho proteger um magnata imobiliário de nome, Rodrigo Branco e a sua família. Este não é um trabalho que orgulhe Max, não é com certeza um trabalho que deixe contente Max todas as manhas. Vale-lhe o álcool em abundancia que o alivia do descontentamento e das memorias do passado em Nova York onde ele perdeu tudo.

O que é certo é que a bebida não está a ajudar Max em nada, pelo contrário, está a causar problemas nas suas habilidades e saúde. Max desta vez meteu os pés em grande e a esposa de Rodrigo é sequestrada por um dos gangues das Ruas de São Paulo, enquanto esta estava sob a sua guarda. Ora isto soa a mais confusão que Max vai ter de resolver, isto tudo envolto num mundo em colapso que pode ser a redenção deste nosso herói.

Afinal de contas Max já está habituado a estar a beira do abismo mas desta vez pode ser que o rapto de alguém que ele prometeu proteger seja o empurrão que Max precisava para dar a volta por cima.

Algo que nos surpreendeu foi a capacidade que a Rockstar teve de conseguir representar fielmente a embriagues e a mentalidade completamente despedaçada de Max.

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Com os jogos olímpicos de 2012 a porta a Sega lançou o jogo sobre este grande acontecimento.

Tirando o Europeu de futbol que já aconteceu, os jogos Olímpicos são a maior competição do ano. Este evento está recheado de tradição e história e não passa despercebida.

Ao longo dos anos que se tenta criar um jogo que represente este extraordinário evento mas sempre com alguns defeitos, o maior era a quantidade de teclas que seriam necessárias apertar para poder efectuar as mais diversas acções do jogo.

London 2012 é o jogo oficial dos jogos Olímpicos de 2012, este ano os jogos vão decorrer em Londres. Este jogo vem dar-nos a oportunidade de experimentar várias modalidades desportivas que estão presentes nos jogos Olímpicos, este jogo vem também preparado para que se possa utilizar o comando move podendo assim simular muitos dos movimentos que os atletas efectuam.

Tal como acontece em outros jogos, London 2012 dá-nos a hipótese de representar o nosso país nas várias competições, podemos ainda personalizar os vários atletas que vão participar nas competições mudando a cor do cabelo, pele, altura ou até mesmo o nome do atleta, estas são só algumas das possibilidades disponíveis. Este jogo não oferece um nível de personalização ao nível de outros jogos do género mas não podemos dizer que não é suficiente.

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Inversion é o novo shooter de terceira pessoa da Namco Bandai, este jogo foi desenvolvido pelo estúdio responsável pelos jogos de Halo: Combat Evolved Anniversary e Time Shift, falo do estúdio Saber Interactive.

Este jogo inicialmente deixou-me um pouco reticente e não sabia ao certo o que esperar mas assim que começo a jogar é inevitável não fazer comparações com Gears of War. Gears of War foi uma formula vencedora que veio a ser usada por varias outras produtoras na criação de jogos de terceira pessoa, mas não foi só a formula que nos levou a pensar nesse jogo, o armamento também é muito parecido e a forma como a personagem principal corre e a camara se posiciona também nos levam a pensar em Gears of War.

Apesar de todas as parecenças, “Inversion” tenta pegar numa nova perspectiva de como se vê o jogo. Em certas posições pré determinadas do jogo podemos ver que as pareces se tornam o chão e o tecto passa a ser uma parede. O efeito é espectacular mas inicialmente é um pouco confuso pois perguntamo-nos se estamos na parede no tecto…. Não se perguntem isso, perguntem antes o que vos vai aparecer pela frente.

Só se torna confuso quando vemos inimigos de pernas para o ar ou a correr pelas paredes mas assim que entenda o jogo nada disso lhe parece anormal.

É certo que não vamos explicar ao certo como é possível mudar a gravidade, podemos dizer que estamos as cegas em relação a esse assunto durante parte considerável do jogo. Mas quando a revelação desse segredo é feita podemos dizer que é surpreendente.

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Finalmente o jogo mais esperado para PS Vita chega as mãos dos jogadores, apesar de muitos lançamentos no arranque de vida da PS Vita este era sem duvida o jogo mais aguardado. Criado exclusivamente para esta consola este jogo veio mostra que a consola tem muito por onde crescer e aproveitou todas as funcionalidades da nova consola portátil da Sony.

Em Gravity Rush acompanhamos a história de Kat, esta personagem não se lembra de nada do seu passado e que descobre que consegue manipular a gravidade com o auxílio de um gato.

Kat é uma Gravity Shifter e vai tentar ajudar os habitantes de Hekseville, a cidade do jogo, que por sinal não têm propriamente uma boa opinião em relação aos Gravity Shifter´s. Ela vai embarcar numa aventura para ajudar os habitantes da cidade enquanto tenta recuperar alguns segmentos desaparecidos de Hekseville e da sua memória também, é claro.

O jogo é repleto de cinemáticas que vão ajudar a narrar a história do jogo descrevendo de maior acção e situações importante na história do jogo. As ilustrações que contam a história são como se fossem uma banda desenhado dos livros de quadrinhos onde aparecem balões de fala com o texto de cada personagem interveniente no jogo.

Gravity Rush tem uma data de personagens que tornam a história do jogo muito interessante como por exemplo um amigo de Kat, um detective ou até mesmo uma Gravity Shifter que se faz acompanhar de um corvo, estas personagens dão um ar mais interessante tanto ao jogo como a história que este conta.

Mas inevitavelmente os jogos num geral focam-se numa personagem e neste a personagem principal é Kat, uma personagem muito interessante que perdeu a memória. Podemos definir a Kat como uma personagem adorável, divertida, brincalhona, impossível não gostar dela.

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Para mim a palavre que define correctamente o jogo Dead Island é, Matar…

Dead Island foi produzido pela Techland em conjunto com a Deep Silver. Este é um FPS com bastantes elementos de RPG.

O jogo decorre numa ilha fictícia da Nova Guiné localizada em Papua e tem o nome de Banoi. O jogo não teve quase informação nenhuma até ao lançamento do seu primeiro trailer oficial.

O trailer era tão cativante que já se falava que poderiam fazer um filme desta história.

O que é certo é que o trailer pode ser muito bom, mas na realidade o jogo não corresponde a tal. No início do jogo parece-nos uma excelente história com bebida e diversão a mistura com zombies a aparecerem de todas as direcções.

Durante o jogo vamos entender porque existem tantos zombies, na realidade o jogo resume-se em completar tarefas matando zombies. O jogo tem quatro personagens principais mas nenhuma delas tem uma ligação directa com a nossa personagem. Para alem das personagens principais existem ainda algumas personagens secundarias mas nota-se uma falta de empenho na criação das expressões das mesmas já para não falar sobre o pouco ou nulo envolvimento com o jogador. Eu diria que o jogo com ou sem essas personagens vai dar no mesmo.

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As palavras que encontro para definir Dreams são escassas para dizer na realidade os sentimentos que este jogo despertou dentro de mim. Adorei cada instante passado no jogo, fosse em “Dreams” da produtora ou em “Dreams” da comunidade.

Este é um título da Media Molecule mas que vemos com facilidade que foi buscar inspiração a muito do que foi feito em Little Big Planet. Principalmente no que toca à criação de conteúdos por parte dos jogadores que pode ser jogado por outros jogadores.

Eu acho que só o facto de podermos jogar, criar e partilhar as nossas criações já seria muito bom, mas Dreams foi muito mais além e trouxe-nos uma obra inacreditável.

O sistema de Dreams permite-nos criar quase tudo o que podemos imaginar, é claro que isso só é possível por causa de um conjunto de ferramentas que estão integradas no jogo e que nos permitem criar animações, cutscenes, pinturas, músicas e muito mais. Creio que a nossa mente irá ter mais limitações do que as ferramentas que nos são apresentadas neste jogo.

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Patapon 2 Remastered é um jogo que apesar de ter demorado muito tempo a chegar a Playstation 4 acaba por vir dar aos jogadores uma obra muito interessante e bem desafiante.

A maior diferença que podemos encontrar neste jogo acaba por ser o suporte a 4K e recursos visuais atualizados.

Patapon chega pela primeira vez no ano de 2007 a Playstation Vita e chega agora com a sua versão Remastered do seu segundo jogo a Playstation 4.

Posso dizer que apesar de ser um jogo com mais de 10 anos ainda consegue ser bem atual e bem divertido, e posso dizer ainda que a transição de uma consola portátil para uma consola caseira funcionou muito bem.

 

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Quem nunca se imaginou na pele de um Jedi usando um sabre de luz? Essa é uma fantasia dos fãs de Star Wars e que este jogo acaba por proporcionar algo semelhante. Mas como já pudemos ver em filmes da saga, ser um Jedi é um caminho bastante árduo e que dá bastante trabalho.

Este jogo mostra precisamente isso, o trabalho e a dificuldade que é ser um Jedi. Numa das missões onde vamos defrontar a Nona Irmã, uma personagem musculada com um sabre de luz duplo, vamos ter alguma dificuldade em nos defender e atacar a mesma. Acho que só a consegui derrotar após algumas tentativas depois de perceber quais os padrões de ataque dela. Assim que entendi como me defender e qual o momento certo para atacar as coisas pareceram bastante fáceis. Considero que a luta com a Nona Irmã foi uma aprendizagem e nesse momento entendi o poder que tinha e a importância de observar os oponentes.

A maior missão que Jedi: Fallen Order tem é fazer o jogador sentir-se um verdadeiro Jedi mas o caminho até lá é tortuoso, algo muito idêntico ao visto em jogos como Dark Souls ou Sekiro. Não é que goste muito de comparar os jogos desta forma, mas depois de jogar este título torna-se impossível não ver as referências, pelo menos no que toca a jogabilidade. Isso pode ver-se em coisas como a barra de fôlego e os timings que temos de defesa e ataque, mas isso são só alguns exemplos.

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Durante muitos anos os jogos de tiro abordaram a segunda guerra mundial, e a Activision era uma das produtoras que melhor fazia esse tipo de jogos. Mas tudo mudou em 2007 quando esta mesma produtora abordou guerras mais atuais que mais parecia que estavam a acontecer em redor do mundo, estou a falar de Call of Duty: Modern Warfare. Ainda por cima com a guerra que já existia no Iraque e após o atentado de 11 de Setembro, as guerras atuais faziam mais sentido do que nunca.

Este título revolucionou a franquia e transformou a Activision na gigantesca produtora que é hoje em dia.

É certo que após várias guerras futuristas (Black OPS), guerra fria, combates no espaço e afins, já estava na altura de regressar ao maior e melhor título da franquia.

A guerra que levou a mudança feita em 2007 é a mesma retratada em Modern Warfare de 2019, mas desta vez tem algumas personagens diferentes.

Desde 2007 que fiquei com a ideia que o jogo parecia uma cena saída de Hollywood por causa dos tiroteios e explosões cinematográficas que o jogo tem. Um verdadeiro título que para além de retratar as guerras atuais ainda diverte os jogadores.

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Já lá vai algum tempo desde que joguei o último título Need for Speed. O último título foi Need for Speed Payback e foi lançado em 2017

 esta franquia já teve altos e baixos como todos os jogos e já teve títulos que foram muito odiados pelos fãs.

As expectativas em relação a este jogo eram bem elevadas,  Infelizmente a EA Games e a Ghost Games acabaram por não criar um título incrível para o 25º aniversário da franquia.

Creio que jogaram demasiado na defesa e o jogo  não é nada mais nada menos do que tudo o que foi criado de bom nos anteriores títulos. Na minha opinião jogaram demasiado na defensiva e não tiveram qualquer tipo de ambição.

 

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