Sejam bem-vindos a mais uma review da Strong Player, desta vez com a review de Shadow of the Tomb Raider.

Após dois títulos saídos da mente criativa de Crystal Dynamics, eis que chega a hora de passar o último título da trilogia para a Eidos Montereal.

Na mais recente  aventura da série, apresentam-nos  Lara Croft mais madura mas também mais obscura.  Em 2013 conhecermos a origem Lara Croft, em 2015  foi-nos mostrada uma Lara Croft em conflito com a Trinity,  agora em 2018 é nos apresentada uma personagem mais madura e não tem medos.

Acho que a maior evolução  este título a evolução da focado na sua personalidade.  Se em tempos vimos uma Lara que era vítima de todas as aventuras e confusões que envolviam o seu pai, em Shadow posso dizer que temos uma Lara que mais parece um vilão.

Lara Croft está mais crescida mas não consegue esquecer o seu passado e as circunstâncias que lhe tiraram o seu pai, ela parece estar disposta a saciar a sede de vingança e encontrar os culpados.

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Sejam muito bem-vindos a mais uma review da Strong Player, desta vez com Spider-Man.

Esta foi uma review que eu adorei fazer, pela primeira vez joguei um jogo de Spider-Man que eu posso dizer que está fantástico.

Em primeiro lugar porque este personagem de Spider-Man já é um personagem um pouco mais velho do que estamos habituados a ver nos filmes.

Estamos a falar de um Peter Parker mais adulto, um personagem que já tem o seu próprio emprego, já não estuda e que tenta ajudar a cidade com os seus poderes sempre tendo em conta que "grandes poderes acarretam grandes responsabilidades".

Já não estamos a falar de um Spider-Man imaturo, estamos a falar de um adulto, de uma personagem que já tem a sua própria personalidade, que já pesa os prós e os contras de forma a tomar as melhores decisões.

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Da produtora do jogo Life is Strange, chega ao mercado o jogo Vampyr, um jogo baseado no universo dos vampiros e que nos promete uma nova visão neste estilo de jogos.

Vampyr tornou-se rapidamente um dos jogos mais esperados por muitos, já eu, mantive-me séptico até ao dia do lançamento.

Assim que iniciamos o jogo as duvidas começam a crescer. Estamos próximos de Londres e acordamos numa pilha de corpos. No mais io de todos estes corpos um acaba por se levantar, estou a falar da personagem do jogo, Jonathan Reid. Neste momento Jonathan não sabe bem o que se passa até ao momento em que vê alguém. A nossa personagem ainda nem conseguiu recuperar os sentidos mas é possível perceber que a pessoa que Jonathan vê está feliz por vê-lo. Neste exato momento Jonathan só consegue pensar no sangue que corre nas suas veias e no acelerar do coração.

Jonathan é agora um vampiro, acabadinho de transformar e tem uma sede de sangue gigantesca. Apesar de tudo isto, o seu lado humano ainda prevalece e a sua mente continua intacta.

É nesse momento que Jonathan percebe que tinha acabado de morder e matar a sua própria irmã.

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A coisa de umas semanas caí-me mas mãos, como se fosse um cesto de frutas, um jogo todo saudável, ou não. Sempre pensei que um jogo que tivesse frutas ou legumes só poderia ser um jogo todo querido, mas tudo mudou quando comecei a testar este jogo.

Num futuro, espero eu que distante, a cadeia alimentar sofreu uma reviravolta e as plantas estão no topo. A flora sofreu uma espécie de mutação e as plantas e frutas ganharam braços e pernas e empunham armas. A parte da mutação é só especulação, na realidade creio que ninguém faz ideia do que se passou.

Este jogo foi criado por um estúdio chinês de nome SpaceCan e criou este jogo em duas duas dimensões onde nos deslocamos por um mapa plano mas com varias áreas para explorar e eliminar estes frutos e vegetais do inferno.

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Este é sem dúvida um jogo que eu estava a espera a algum tempo, e finalmente tenho a possibilidade de fazer a review e a devida livestream no twitch.

Este jogo vem falar um pouco sobre o que muitos especulam, que é essencialmente sobre a inteligência artificial e a possibilidade de um dia esta inteligência artificial um dia entrar em conflito com os seres humanos. Isso tem-se visto muito al longo dos últimos anos em filmes de ficção científica.

Em Detroit: Become Human, a produtora francesa Quântica Dreams pega nesse tema para contar uma história incrível e que nos vai deixar com os sentimentos a flor da pele e coloca o jogador com um papel muito ativo nas escolhas que as três personagens principais vão tomar.

A Quântica Dreams já nos habituou a este estilo de jogo mais cinematográfico em que temos de tomar decisões bem importantes. Podemos ver mais exemplos em jogos como Heavy Rain e em Beyond: Two Souls apesar de terem uma carga emocional diferente e serem jogos com narrativas interessantes mas onde o tema é bem mais complexo.

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Eis que finalmente chega ao mercado o grandioso jogo de God of War, e desta vez Kratos não vem sozinho. Levei um pouco mais de tempo a fazer esta review do que costuma ser habitual, mas finalmente terminei e espero que gostem e que possam ter a mesma oportunidade de jogar este título espetacular que reúne o que de melhor existe em todos os jogos de God of War.

Com o passar dos anos, nem todas as séries de videojogos conseguem manter-se no mercado. É muito fácil um jogador cansar-se de um jogo e optar por outros jogos que são mais aliciantes. Mas God of War tem conseguido prender os fãs e sendo um exclusivo da PlayStation tem conseguido que os jogadores se mantenham fieis a esta consola.

God of War mudou um pouco a sua fórmula, de forma a se adaptar aos dias de hoje e essa mudança deve-se ao estúdio Santa Monica que decidiu arriscar e muito bem.

O estúdio poderia ter jogado pelo seguro e mantinha a formula aplicada no jogo anterior, mas o caminho que traçaram para este novo jogo acabou por ser fenomenal.

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Esta é uma atualização do jogo ARK Survival Evolved, mais propriamente um DLC que a equipa de produção Studio Wildcard trouxe para este incrível jogo. Ao longo do tempo, desde o lançamento de Ark: Surival Evolved que este estúdio tem trazido varias novidades que incluem a transformação do jogo e a própria jogabilidade. O mais recente DLC tem o nome de Aberration e como o nome diz tem transformações que são uma verdadeira aberração.

Esqueçam tudo o que já viveram em Ark: Surival Evolved e pensem na nova realidade que o jogo nos propõe. Neste novo ARK somos forçados a viver no subsolo num sistema complexo de tuneis e cavernas. Agora coloquem novas espécies bem estranhas de seres para caçar ou domesticar. e por fim, adicionem armas e ferramentas novas com mecânicas bem diferentes do que estavam habituados.

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Já á algum tempo que os jogadores aguardavam por este jogo, e finalmente já podem deitar mãos no jogo numa versão melhorada de um dos jogos mais aclamados de todos os tempos.

Infelizmente não tivemos acesso a este jogo logo na altura do seu lançamento, mas agora podemos dar a nossa opinião sobre este glorioso jogo.

Para quem jogou o clássico em 2006, afinal foi só nesta altura que o jogo chegou a Europa, já sabe o que esperar do jogo. O jovem Wander viaja por uma terra proibida na sua égua Agro para poder salvar a vida de uma donzela de nome Mono.

Para começar parece-me uma simples mas bela premissa, e assim que vamos avançando no jogo percebemos que as coisas são ainda melhores do que parecem.

As coisas inicialmente são só estranhas, assim que chegamos a um templo que se encontra parcialmente em ruinas, iremos receber ordens de uma entidade que iremos conhecer como Dormin. Essa entidade vai ajudar-nos na nossa aventura, ela informa-nos que iremos ter de derrubar os 16 Colossus que se encontram espalhados pelo mundo, isso se quisermos ver o nosso desejo atendido.

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Este é o novo jogo da Housemarque, o estúdio que desenvolveu o jogo Resogun. Matterfall é um jogo bem diferente desse título, misturando disparos com recurso aos dois analógicos, com uma componente bastante forte de jogo de plataformas, acompanhado de musica techno e muito espetáculo de luzes e flashes no ecrã.

Matterfall passa-se num possível futuro onde a raça humana ficou dependente de uma tecnologia desconhecida que poderá trazer graves problemas.

Em Matterfall jogamos com a personagem Avalon Farrow e a historia é bastante desinteressante que mais parece uma desculpa para a nossa personagem andar a limpar hordas de inimigos.

Uma das coisas que pude reparar foi que a nossa personagem usa e abusa das plataformas enquanto dispara em todas as direções. Imaginem o jogo Resogun mas coloquem o mesmo como um jogo de plataformas, parece boa ideia mas acaba por ter um monte de pormenores  devem ser resolvidos.

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Fallout é uma franquia com um historico gigantesco, e podemos dizer que este jogo já passou por várias fases. Tivemos a fase em que Fallout era um RPG isométrico, passou para um RPG de ação e agora temos a fase em que agarramos na aventura e jogamos online.

A ideia com que fico deste jogo, Fallout 76, é que já não se faz sentir muito a parte do RPG (mas isso já pode ser por eu estar demasiado habituado a esta aventura) e temos mais ação e os jogadores estão mais focados na diversão e nas pilhagens dos inimigos caídos em combate e materiais que ficaram abandonados após o apocalipse.

Algo que posso dizer que me decepcionou um pouco foi o facto de termos muito do Fallout 4 em pouquíssimas inovações. Eubesperava que esta mudança de rumo com a implementação do online que o jogo iria acabar por ter novas mecânicas e varias inovações, mas a produtora limitou-se a dar-nos mais do mesmo.

Sendo um jogo focado no online, a produtora optou por não ter nenhum NPC no jogo, algo que faz sentido, mas algo que tira ao jogo muito do mistério.

Desde os primeiros momentos que vemos um vídeo de grande festa e alegria e muitas pessoas em convívio, mas assim que nós despertamos o que vemos é uma Vault 76 vazia, mais parece uma Vault fantasma (será que fomos os últimos a despertar?).

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