A actual geração de consolas é cheia de surpresas.

Na anterior geração de consolas os jogos que saiam para as consolas caseiras nunca chegavam as consolas portáteis. Actualmente esses jogos passam das consolas caseiras para as portáteis num abrir e fechar de olhos. Alguns bons exemplos são Godo f War, Ratched e clank, Jack and Daxter e outros.

Mas o que têm em comum os três títulos que falei em cima? Simples, são jogos que nasceram com a PS2, passaram pela PS3 e aparecerem na consola Portátil da Sony fazia todo o sentido.

Com o lançamento da nova consola, o salto dos melhores jogos fazia todo sentido, ainda por cima quando se comparava a qualidade de imagens e jogabilidade entre a PS3 e a PS Vita.

Quando ninguém contava, a Sony apresenta um dos seus exclusivos PS3 mas desta vez para a nova consola portátil. Estou a falar de Uncharted.

Vamos então falar de Uncharted Golden Abyss e de tudo o que se falou nos últimos meses sobre este jogo, será que a Naughty Dog nos vai presentear com a qualidade que nos habituou nos últimos anos? Será que a jogabilidade se manteria fiel ao original?

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Este é um dos jogos mais aguardados para quem possui uma consola PS3. Desenvolvido pela LightBox Interactive e pela SCE Santa Monica Studio este é um Shooter de 3ª pessoa com elementos RTS onde os jogadores vão poder adicionar ou remover elementos do mapa como paredes, bases, fortificações e muito mais. Tudo isto para além de mudar completamente as condições do mapa e jogo também altera a forma como defenderemos a nossa base.

Este jogo certamente passou ao lado de muitos jogadores mas o que é certo é que conseguiu reunir um culto a sua volta.

Algo que devemos ter uma especial atenção é a criação de fortificações pois são uma grande vantagem na hora de combater.

No canto superior direito encontra-se a barra de recursos que mostra a quantidade de energia que o jogador tem e este tipo de energia determina o tipo de fortificação que o jogador pode criar.

Existem quatro maneiras de armazenar energia, a primeira delas é matar um inimigo ou destruir naves ou fortificações inimigas, a segunda é ficar na base perto do colector de energia, a terceira é encontrar e atirar em barris espalhados pelo mapa que lhe vão uma boa quantidade de energia e a quarta e ultima maneira é comprar uma skill que da ao jogador uma quantidade de energia independentemente do local onde o jogador esteja.

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Kinect Star Wars surgiu na E3 2011 com a promessa de tornar o jogador um jedi, fazer com que se sentisse em campos de batalhas em Kashyyyk, em corridas de pod racer em Tatooine ou enfrentando o Lorde Vader na Estrela da Morte, mas as coisas não eram bem assim, os controles pareciam um pouco lentos, alguns movimentos não respondiam e a opção pelo jogo sobre trilhos foi criticada, mas ainda havia algum tempo de desenvolvimento até que o produto chegasse nas lojas e então a esperança foi mantida.

Passado quase 1 ano, o jogo chega as prateleiras e manteve a jogabilidade mostrada, o que não foi um bom sinal.

O jogo, na verdade, é uma compilação de cinco minijogos, cada um com uma premissa diferente que utiliza os movimentos como base de jogo, alguns divertidos, outros nem tanto. Enfim, vamos dissecar cada um desses modos e ver qual vale a pena perder um pouco de tempo a mais.

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Saiu mais um jogo da famosa serie das consolas Ridge Racer, dessa vez com o nome Ridge Racer: Unbounded estreando-se agora também no PC.

O novo título desenvolvido pela Bugbear Entertainment deu ao jogo a um ar mais agressivo, repleto de explosões e destruições. O jogo coloca os corredores nas ruas de Shatter Bay, uma cidade fictícia que mistura Chicago, Nova York e outras regiões conhecidas dos Estados Unidos. O local é conhecido por comportar corredores ilegais que batalham para dominar as ruas a qualquer custo. E o jogador, obviamente, fará parte desse pessoal.

Não faz nenhuma diferença ter ou não explosões. O jogador é capaz de dar um “poder” ao seu carro e de transforma-lo num tanque de guerra, sim, tanque. Porque? Simples, o jogador passa a ser capaz de atravessar paredes, explodir objectos e acelerar sem que nada esteja no seu caminho. O problema dessa lógica é só um: se o jogador retirar todos esses elementos do jogo não muda nada. Como assim?

Bem acontece que o jogador ao passar por dentro de um determinado estabelecimento, explodir algum camião ou destruir pilares de sustentação, só gera um efeito gráfico bem interessante (e bem apocalíptico). Porém é só isso. Não faz diferença nenhuma para os outros corredores a destruição que se gerou. Ao contrário, geralmente essas destruições abrem atalhos que os seus amigos podem começar a usar, e por consequência pode acabar por te prejudicar.

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Prototype 2 passa-se após pouco mais de um ano do primeiro título. A acção desencadeia-se novamente na cidade de Nova York que mais uma vez foi contaminada com um vírus mortal que transforma os habitantes em mutantes.

O herói de Prototype 2 é um soldado do exercito Norte Americano de nome James Heller que perdeu a sua família devida a infecção com esse mesmo vírus enquanto este se encontrava em missão no Iraque. Quando James regressa a Nova York descobre que o responsável pela morte da sua família é Alex Mercer. O protagonista do primeiro jogo que disseminou a praga.

No início da história deste jogo o herói é cercado por Mecer, Este por algum motivo transforma Heller em mutante tal como ele. James Heller tem agora uma série de poderes que o vão ajudar a lutar contra o seu inimigo e contra a Blackwatcha, força militar que tomou conta da cidade.

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Quantos de nós nunca pensaram… “E se a personagem saltasse fora do jogo?”

Pois é, o jogo Reality Fighters foi o jogo que chegou mais perto disso (até hoje).

As consolas portáteis trouxeram até nós algo que até hoje pensaríamos impossível. Imaginem o que é colocar a sua cara ou a de um amigo ou conhecido na da personagem principal do jogo.

Pois é, com a PS Vita isso é possível e sem serem precisos acessórios extra ou edições de imagem.

É certo que já existiu no passado algo do género, refiro-me ao Photo Dojo da Nintendo DS que introduziu este tipo de funcionalidades num jogo de luta, mas a PS Vita promete-nos uma experiencia incrível.

Tal como aconteceu com Little Devians e com Wipeout 2048, o jogo Reality Fighters também é um ds jogos de lançamento da PS VIta que tenta explorar algumas das funcionalidades da consola a fim de mostrar ao jogador a grandiosidade da nova consola portátil da Sony.

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Existem uma data de teorias sobre o facto dos jogos mech terem morrido, mas acho que a pergunta passa mais porque motivo os jogos mech estão de volta.

Provavelmente estas duas questões até estão interligadas, talvez seja uma questão de inovação.

Talvez o estilo gráfico mais avançado tenha ajudado ao regreço deste estilo de jogos.

Ao experimentar este jogo eu não estava muito convencido de que seria um jogo que muitos poderiam querer jogar.

Já tinha tido algumas experiencias com os Jogos Armored Core mas nunca a ponto de jogar do inicio ao fim. Desta vez quis olhar para o jogo de um outro prisma. O tutorial não podemos dizer que é a ajuda das ajudas, basicamente dizia para destruir tudo.

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Nos últimos anos a Demiurge têm dado apoio a produtoras de renome como por exemplo a Irrational e a BioWare, e pouco devem saber que esta empresa teve um papel importante na criação de jogos como Bioshock, Mass Effect, Borderland e Rock Band. Pois é, a Demiurge desenvolveu o jogo Shoot Many Robots e podemos desde já dizer que fizeram um excelente trabalho.

Esta empresa criada em 2002 tem desenvolvido vários jogos, em especial para PC e também versões portáteis de telemóvel, a sua entrada para os jogos das plataformas das consolas caseiras foi tão natural como respirar.Com mais de 20 jogos criados a Demiurge cria agora um bom ponto de partida para o seu mais recente jogo.

Shoot Many Robots é um jogo que tem como influencia jogos como Metal Slug e Hard Corps, neste jogo o campo de batalha é o foco principal pois é o local onde toda a acção se desenrola.

Mas para aqueles que pensão que o título do jogo já revela tudo, desenganem-se, o jogo não consiste só em disparar contra Robots, o que a produtora pretende aqui é que o jogador entre numa espécie de acção “non stop”.

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Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations chegou e os fãs da serie de jogos baseados no anime ficaram, em média, satisfeitos.
O jogo apresenta praticamente todos os personagens da série mostrados até o início da Quarta Guerra Ninja, porém, deixa a desejar em vários pontos, assim como deixa sua marca positiva em diversos aspectos também.
O novo jogo da série ganhou mais dinamismo e rapidez, isto é, agora a 'pancadaria' entre os personagens acontece com muito mais adrenalina e precisa estar atento ao momento certo de usar a famosa ‘substituição’. Substituição esta, que agora é limitada. Isso mesmo, temos no novo jogo uma barra de substituição, bem-parecida com a de chakra, que começa cheia e o jogador deve usa-la com cautela durante a batalha. Quando esta barra chega ao fim, o jogador tem de levar com grandes combos que podem arrancar até mesmo, uma das duas barras de sangues. Esse fato acontece porque, a barra enche conforme o jogador é espancado pelo adversário, porém, mesmo cheia é muito difícil conseguir acertar uma substituição mesmo a meio da rapidez dos ataques.
Falando em ataques, alguns movimentos do jogo foram totalmente reconstruídos, como os famosos Ultimate Jutsus e ‘agarrões’. O gráfico, não tem grandes mudanças para o antecessor da série,  porém dá a sensação de estarmos a ver uma luta no anime. Ou seja, podemos julgar que o jogo chega bem próximo a ‘realidade do anime’. Realidade, que infelizmente foi  desleixada em alguns momentos no modo Story.

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Kinect Rush é um jogo da Disney Pixar que conta com o periférico de movimentos da Xbox 360 para uma melhor experiencia de jogo.

Este jogo vem um pouco na linhagem do jogo Disneyland Adventures mas desta vez com aventuras retiradas directamente das obras animadas da Pixar.

Algumas dessas aventuras são: Os Incríveis, Ratatui, Up, Carros e ToyStory.

Este jogo é direccionado para um público mais novo mas que facilmente se torna divertido até para um adulto, digamos que é um jogo que pode ser considerado familiar.

Apesar de falhar um pouco no que toca no controlo de movimentos mas não é nada que prejudique o jogo. Apesar deste pequeno problema este jogo oferece o melhor de cinco mundos completamente diferentes e com uma variedade de jogabilidade.

Antes de podermos ter momentos de pura diversão temos de criar o nosso avatar utilizando Kinect.

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