Para muitos, Uncharted: O fim do ladrão seria o fim da serie Uncharted, mas afinal parece que estavam enganados. Eu mesmo tinha essa ideia, achava que poderia ser criado algo do mesmo género num contexto diferente, mas que não seria a mesma serie. Ao que parece, a Naughty Dog também não estava preparada para dizer adeus a serie e lançaram mais um jogo.

Inicialmente este jogo serie uma expansão de Uncharted: O fim do ladrão, um conteúdo adicional que chegaria aos jogadores em forma de um jogo adicional e mais pequeno que prolongava um pouco mais a história do jogo. Mas o que é certo, é que esta pequena expansão do jogo acabou por não ficar assim tao pequena, apesar de ser um pouco mais pequena que o jogo Uncharted 4 mas tem uma longevidade e escala de um jogo inteiro.

Uncharted: O legado perdido foi construído por cima do motor de jogo de Uncharted 4 e mostra a raça que tem com duas novas personagens que vão aventurar-se em conjunto com os jogadores numa nova premissa. As personagens não são assim tão novas, estou a falar de Chloe, ela não aparecia desde Uncharted 3 e de Nadine que ajudou a tratar da saúde aos irmãos Drake. No jogo só vamos controlar Chloe, apesar de Nadine estar constantemente do nosso lado. E apesar de gostar muito da personagem Drake, é sempre bom ver caras novas e ter novas aventuras para jogar.

 

Este jogo foi lançando originalmente para a PS3 e para a Xbox 360, mesmo na altura em que as duas grandes consolas da altura disputavam o lugar da consola mais popular.

Baja: Edge of Control aparece como um jogo off-road para as duas consolas em simultâneo e infelizmente acabou por passar despercebido no meio de tantos triple AAA que foram lançados na altura.

Agora este jogo de corridas no deserto chega numa versão remasterizada, acaba por ser uma segunda oportunidade para este título poder finalmente brilhar.

Baja: Edge of Control HD é um título de corridas off-road com base numa competição que se realiza anualmente no México.  Esta é uma competição dura por estradas cheias de pó, bastante acidentadas, dunas, cactos, lama e muito mais.

As técnicas e jogabilidade refletem-se no jogo e ele mostra mesmo ser de á uma década atrás. Apesar de o jogo ter sofrido melhorias, ter sido polido a nível estético, terem feito melhorias nos efeitos das sombras e luz, este jogo mostra bem a idade que tem.

Não é que o resultado final seja mau, e tendo em conta que este jogo é uma versão remasterizada não se podia pedir mais. Os problemas de queda de framerate que existia nas anteriores consolas, já não existe mais. Durante as corridas tudo funcionou como deveria ser.

 

A coisa de umas semanas caí-me mas mãos, como se fosse um cesto de frutas, um jogo todo saudável, ou não. Sempre pensei que um jogo que tivesse frutas ou legumes só poderia ser um jogo todo querido, mas tudo mudou quando comecei a testar este jogo.

Num futuro, espero eu que distante, a cadeia alimentar sofreu uma reviravolta e as plantas estão no topo. A flora sofreu uma espécie de mutação e as plantas e frutas ganharam braços e pernas e empunham armas. A parte da mutação é só especulação, na realidade creio que ninguém faz ideia do que se passou.

Este jogo foi criado por um estúdio chinês de nome SpaceCan e criou este jogo em duas duas dimensões onde nos deslocamos por um mapa plano mas com varias áreas para explorar e eliminar estes frutos e vegetais do inferno.

Ao iniciarmos este jogo vamos escolher uma das 4 personagens disponíveis, um ninja, um botânico, um mercenário ou um boxista. Estas personagens estão encarregues de desvendar os segredos desta renovada vida terrestre. Cada um destes personagens tem diferentes skils, seja resistência ou arma inicial (pode ser modificada no decorrer do jogo). Cada uma das personagens tem também um dispositivo secundário, mas o ideal é experimentar cada uma das personagens para decidir qual se adapta mais ao teunestilo de jogo.

O botânico tem numa arma de ar comprimido que faz um som muito engraçado (acho que sera alho como um “ pop”), e como secundária tem uma granada. O Boxista tem uma pistola “Sig229” e como secundária tem uma poção de saúde que ceia um circulo que restabelece a saúde da personagem. O ninja tem uma espada muito catita e como poder secundário tem um poder que vai atordoar as frutas e legumes. Por fim temos o Mercenário, este tem numa grande arma chamada de “Submarino Amarelo” e pode ajudar a derrubar pequenas torres que vão ajudar a matar os inimigos.

 

Bom recentemente fiz a review dos headphones Razer Thresher for PS4, e acaba de me chegar por parte da Razer os Razer Thresher Tournament Edition, uns headphones perfeitos para quem participa em competições ou leva os jogos mais a sério do que seria de se esperar.

Com o passar dos anos têm lançado para o mercado muitos headphones preparados para jogadores mais competitivos, e são cada vez mais as marcas que fazem sair headphones deste estilo.

Um dos mais novos headsets da Razer é o Thresher Tournament Edition com o preço de 109.99€, um preço muito bom para uns headsets de qualidade e com o peso da marca da Razer.

Muitos podem achar que estes headphones têm um conteúdo brutal, podem até perguntar-se o que vem dentro da caixa. A resposta é bem simples, a caixa inclui um guia de acesso rápido, um autocolante da Razer e ainda os headphones Razer Thresher Tournament Edition.

Os Razer Thresher Tournament Edition são uns headphones que funcionam muito bem nas mais variadas plataformas, seja Xbox One, PS4, PC e dispositivos móveis. Estes headphones fazem-se acompanhar por um controlador que serve para aumentar e diminuir o volume e ainda para ativar e desativar o microfone.

No que toca ao aspeto visual estes headphones são incrivelmente bonitos e bem desenhados. São bastante robustos e o jogador vai ficar bastante satisfeito com estes headphones.

 

Aqui estamos nos para fazer mais uma review, e desta vez para falar do Razer Wolverine Ultimate.

Este é um controlador com o estilo único da Xbox One para eSports e para jogador mais hardcore.

Para muitos, a primeira vista, este pode parecer um controlador comum que não oferece muito mais do que um controlador comum, mas após algum tempo de testes as opiniões mudam bastante.

Design…

O Razer Wolverine Ultimate tem um design incrível, o seu design mais parece uma Especial Edition do controlador original.

Este controlador fica muito bem nas mãos dos jogadores, é bastante confortável e qualquer jogador que tenha este controlador nas mãos vai parecer um pro.

O Razer Wolverine Ultimate tem uma iluminação Chroma RGB na frente do controlador e ainda alguns botões extra que podem ser remapeados e ainda quatro gatilhos adicionais. Este controlador oferece aos jogadores mais botões programáveis do que o controlador Xbos Elite.

Na parte de trás do controlador temos dois gatilhos de fácil acesso, uma característica que os jogadores de eSportes vão adorar.

Na parte inferior do controlador temos quatro botões de acesso rápido que permitem aceder as seguintes opções, alternar os modos de luz RBG, ativar e desativar o áudio do microfone e do jogo.

Tal como acontece com o controlador Xbox Elite, o Razer Wolverine Ultimate vem também com thumbsticks que podem ser trocados. Este pacote vem com dois D-Pads intercambiáveis que permitem alterar o layout do controlador de forma a atender as necessidades dos jogadores.

 

Eis que finalmente chega ao mercado o grandioso jogo de God of War, e desta vez Kratos não vem sozinho. Levei um pouco mais de tempo a fazer esta review do que costuma ser habitual, mas finalmente terminei e espero que gostem e que possam ter a mesma oportunidade de jogar este título espetacular que reúne o que de melhor existe em todos os jogos de God of War.

Com o passar dos anos, nem todas as séries de videojogos conseguem manter-se no mercado. É muito fácil um jogador cansar-se de um jogo e optar por outros jogos que são mais aliciantes. Mas God of War tem conseguido prender os fãs e sendo um exclusivo da PlayStation tem conseguido que os jogadores se mantenham fieis a esta consola.

God of War mudou um pouco a sua fórmula, de forma a se adaptar aos dias de hoje e essa mudança deve-se ao estúdio Santa Monica que decidiu arriscar e muito bem.

O estúdio poderia ter jogado pelo seguro e mantinha a formula aplicada no jogo anterior, mas o caminho que traçaram para este novo jogo acabou por ser fenomenal.

Os eventos anteriores de Godo f War não foram descartados, pelo contrário, a história de Kratos continua mas agora temos uma nova mitologia, nava arma, novos locais e uma nova jogabilidade. Temos de assumir que para Godo f War renascer, o estúdio Santa Mónica teve de matar a série como nós a conhecíamos.

 

Olá guardiões, sejam muito bem-vindos a review de Destiny 2.

Muitos jogadores foram os que ficaram rendidos ao mundo de Destiny, e durante 3 anos fizerem de Destiny também o seu mundo. Destiny acabou por se afirmar como um grande título dentro do género MMO de ação em primeira pessoa. Mas tal como eles, muitos eram os que estavam a espera de um segundo título e este acabou por vir. O primeiro título, tal como este segundo, foi criado pela grandiosa Bungie e tornou o primeiro titulo da serie numa obra-prima. Não quer isto dizer que o primeiro título de Destiny foi perfeito, longe disso.

A história era um pouco confusa, encontrar as missões história dentro do jogo eram inicialmente confusas também e apesar de haver muito para fazer, o jogo tinha tudo amontoado de tal forma que o jogador acabava por se afogar em tanta coisa que havia para fazer.

Depois de algumas horas a jogar o primeiro título deste jogo já iriamos entender e acabaríamos por conseguir seguir a linha da história de forma a conseguir completar a mesma.

A história principal não era propriamente a melhor, mas a Bungie acabou por disfarçar isso com as histórias dos novos DLC´s que foi lançando para o jogo. Assim as coisas ficaram mais interessantes e mantiveram jogadores como eu, agarrados a este jogo por anos. Infelizmente, para os que conseguiram comprar o jogo após o lançamento de todos os DLC´s, acabou por se misturar nas várias histórias do jogo acabando por estar a fazer missões onde eram leais aos senhores de ferro e os estavam a ajudar com as suas missões e logo de seguida estavam a trair os mesmos com missões de outros clãs. Uma trapalhada que acabou por fazer muitos desistir.

 

Para mim foi uma novidade grande quando este jogo me chegou as mão,  principalmente porque eu nunca tinha ouvido falar do mesmo.

Este jogo foi inspirado em “The Thing” de John Carpenter,  a sua tradução seria algo como “Desconfiança.

Assim que iniciamos este jogo é carregado um tutorial, a comparação imediata foi para Fallout. Não são os grandes títulos de AAA dos últimos anos, mas sim os jogos de Fallout de antigamente, ostentando um ponto de vista isométrico que se presta a uma exploração mais aprofundada do que o próprio lado. Ainda melhor, você pode girar a câmara para obter uma visão melhor dos arredores de cada um dos seus exploradores.

Em Distrust, o jogador toma o controlo de um pequeno grupo de sobreviventes polares.

Encalhado perto de uma base misteriosa num lugar qualquer em pleno Ártico devido a um acidente de helicóptero, o jogador começa o jogo com dois sobreviventes, escolhidos de um grupo de três. O jogador pode descobrir mais personagens ao desbloquear conquistas, os personagens que recebemos no início possuem uma variedade de habilidades úteis para começar a aprender o jogo.

Cada personagem possui estatísticas diferentes e um traço individual que os diferencia uns dos outros. Por exemplo, a Irma precisa de menos comida do que os outros sobreviventes, James pode resistir melhor ao frio e a Olaf vem equipada com uma vasilha de gás completa para alimentar geradores. Os personagens desbloqueáveis ​​continuam a tendência, incluindo Mary the cook e Casper o handyman. É uma maneira interessante de tornar cada jogo único, especialmente quando o jogador desbloqueia a slot do terceiro membro da equipa.

 

Os jogos de Formula 1 são uma experiência grandiosa que é considerada uma das mais completas e emocionantes.

Na edição anterior de Formula 1, o jogo já estava quase perfeito e mostrou que o estúdio responsável pelo jogo é um dos mais competentes e merece ter esta franquia nas mãos.

O novo titulo da franquia trás tudo o que estava bem feito nas edições anteriores e recicla completamente a serie de forma a manter tudo o que esta bem feito e criando novos conteúdos que vão deixar a serie ainda melhor.

Por isso, toca a aquecer os motores pois vamos queimar muito pneu neste novo Formula 1 2017.

A Codemasters já mostrou que comuna no que toca a criar jogos de corridas e simuladores de condução.

Mostrou também que os jogadores não precisam trabalhar horas e horas, precisam é que esse trabalho seja feito corretamente.

Algum do conteúdo que foi criado para Formula 1 2017 foi visto recentemente num vídeo onde mostrava vários carros clássicos da Formula 1 (mais precisamente 12 modelos que marcaram a história em diferentes eras e diferentes categorias pelas mãos de verdadeiros campeões.

Alguns dos exemplares que vão poder ver na pista são as McLarens MP4/4 e a MP4/6 dos campeonatos de 88 e 91 pertencentes a Ayrton Senna, podemos ver também a mítica Williams FW14 que ficou conhecido como o carro de F1 mais avançado tecnologicamente do título de Nigel Mansell e ainda o Renault R26 que se sagrou campeão em 2006 com o piloto Fernando Alonso. Mas existem muitos mais ícones de grande prestígio para a modalidade que podem com certeza consultar em vídeos ou publicações oficiais da Codemasters.

 

A maioria dos jogadores já experimentou jogos de estratégia, a mim os que mais marcaram a minha infância foram Age of Empires e Age of Mitology. É certo que também joguei e adorei Command and Conquer e Starcreft, mas Hypernova Escape from Hadea consegue ser diferente de tudo o que vimos até aos dias de hoje.

Hypernova Escape from Hadea é um jogo colorido com uma arte bem bonita que chama bastante a atenção.

A história do jogo é bem simples, o sol do planeta está prestes a explodir e os habitantes do planeta Scyntihian tem de se aventurar pela galáxia a procura de um planeta do outro lado da galáxia para poderem salvar toda a gente. Mas para fazerem isso precisam criar uma máquina para poderem viajar e para isso precisam de recursos que não se encontram disponíveis em Hadea. Para isso eles terão de recorrer a lua de Haya de forma a obterem esses recursos que vão ajudar a escapar a um trágico destino.

O jogador vai iniciar este jogo na nave mãe que usará para encontrar um local onde pretende criar a sua base de operações. Assim que temos a nossa base de operações precisamos de construir os edifícios que nos vão ajudar a extrair os recursos e devemos construir ainda mais edifícios que nos vão ajudar a armazenar esses recursos para depois serem transportados.

 

Num mundo pós-apocalíptico onde estranhos campeões se unem para lutar pelo futuro.
Insidia é um jogo de estratégia baseado em turnos. O jogo conta com um sistema de duplas baseado em turnos que permite assumir o controlo de um de quatro campeões. É uma nova tomada de táctica como o género TBS.

O jogo...
O jogo passa-se cerca de 400 anos desde que a civilização acabou. Os sobreviventes endurecidos deste deserto estéril devem unir forças para combinar seus pontos fortes, proteger as fraquezas e estratégias dos outros contra aqueles que possam aparecer no seu caminho para o futuro.

Quando ouvimos falar em 'turn-based', naturalmente imaginará jogá-lo como se fosse um jogo de xadrez ou mesmo XCOM.

Cada turno dá ao jogador e ao seu oponente alguns segundos para planear uma ação para um campeão. O mesmo campeão não pode ser controlado em voltas consecutivas. Durante a fase de planeamento, ambos os lados decidem o que fazer com um campeão. Em seguida, vem a fase de ação em que sua estratégia se desenrola.

Torna-se mais desafiador tentar prever o resultado da fase de ação à medida que o jogo avança. Talvez o personagem do adversário estivesse planeando afastar-se do caminho quando estávamos planeando atacar aquele personagem, ou talvez o oponente o tenha planeado de forma errada, de modo a que o seu ataque atinja um combo. Mas nós não saberemos nada até que tudo chegue a fase de ação.

Em qualquer caso, o sistema de rotação simultânea exige um alto nível de estratégia, porque o jogo não é projetado de forma a que a força bruta ganhe. Os pontos fortes e fracos de cada personagem podem ser multiplicados, dependendo de quão bem o jogador coordena as suas habilidades com o resto dos seus personagens.

 

The Legendo of Zelda: Breath of Wild já foi lançado no início do ano, mas ainda continua a ser um jogo muto jogado pela comunidade de Zelda.Este jogo foi lançado de uma forma bem estratégica de forma a coincidir com o lançamento da Nintendo Switch e acaba por ser um dos principais porta-estandartes. Para alem do jogo ter sido lançado para a Nintendo Switch, ele também foi lançado para a já esquecida Nintendo Wii U, precisamente a consola onde teste este jogo.

 

O jogo…

Em The Legendo of Zelda: Breath of Wild, vamos ter uma história no reino Hyrule, este encontra-se sob ataque pelas forças maquiavelicas de Calamity Ganon.

Assim que iniciamos, vamos acordar na pele de Link numa espécie de sarcófago que se encontra enterrado numa montanha. E é precisamente desse ponto que avançamos para a aventura de forma a tentarmos perceber o que se passa e o que podemos fazer para ajudar.

E o jogo começa mais precisamente desta forma…

 “Há muitos e muitos anos atrás o belo reino de Hyrule vivia em paz e prosperidade. O Rei e a sua princesa, Zelda eram amados e respeitados pelo seu povo e a prosperidade imperava. Até ao dia em que Calamity Ganon surgiu e com ele a desgraça caiu sobre as terras de Hyrule. Passados 100 anos após a desgraça, uma profecia revela-se e saindo de um sono profundo num santuário subterrâneo surge o herói que vai repor a paz em Hyrule: Link.”

 

Posso dizer que Hyrule é lindíssimo onde podemos encontrar montanhas cheias de neve, masmorras frias e húmidas, prados verdes com relva a ondular ao sabor do vento e onde vamos encontrar um mundo cheio de vida. Temos aldeias repletas de população onde iremos ver mercados, comércio, sobreviventes do reino, ruinas, florestas que cobrem vastas zonas e ainda poderemos ver lagos, rios e pântanos com seres que aí habitam e dão cor e vida a estas locais.

A nossa aventura começa mais precisamente no Great Plateau, uma zona rodeada de penhascos e que acaba por ser um tutorial do jogo onde são ensinados os movimentos básicos do jogo ao jogador.

A medida que vamos avançando no território, vamos encontrar uma diversidade enorme de outros seres, além dos habituais monstros que são libertados por Ganon. Mos cenários poderemos ver coelhos, garças, peixes, javalis e veados, todos eles servem para caçar ou podemos montar alguns deles. Também podemos colher plantas ou frutas que nos dão vida e que enchem Hyrule de vida e conteúdo.