Mais uma época futebolística, mais um ano de PES, este ano com algumas melhorias bem interessantes que revolucionam mais uma vez o jogo.

Inicialmente a ideia com que fiquei foi que PES 2018 parecia o PES 2017 mas com algumas melhorias/actualizações. Mas assim que fui avançando no jogo percebi que PES tenta conquistar de qualquer forma os fãs de FIFA, mas todos sabemos que isso será bem complicado para a Konami.

Com o passar dos anos, PES tem perdido o que muitos gostavam na franquia, estou a falar do seu aspeto descontraído. A Konami tem tentado aproximar a sua franquia da Franquia de FIFA, mas sem sucesso. Isso deve-se ao facto de não terem tantas licenças como a FIFA e também pelo facto de tentarem atalhar caminho de forma a tornarem a sua franquia cada vez mais parecida com a de FIFA.

Mas pelo que posso ver, PES tenta agora um caminho diferente com uma fórmula de nome Touch+. A diferença desta nova fórmula é bem grande e acaba por afetar toda a dinâmica do jogo.

A Konami apostou no refinamento da fórmula Touch+ que acabou por se tornar num elemento bem importante da mecânica de jogo e bastante responsável pelo domínio de grande parte dos avatares com partes do corpo como peito, coxa e ombro.

 

Eu cresci a jogar jogos do estilo em beat'em ups de deslocação lateral. Sempre adorei jogar jogos como Double Dragon, Taratrugas Ninja, Super Mario e Streets of Rage e muitos mais. A lista é bastante longa; haviam bastantes jogos deste estilo na época.

Samurai Riot é um jogo deste estilo e é bem provável que faça os mais saudosistas suspirar por este estilo de jogo e fazer respirar novamente este género. Esta é a nossa avaliação do Samurai Riot.

Assim que iniciamos este jogo, podemos escolher uma das duas personagens,  Sukane ou Tsurumaru. Se tiver um amigo ainda melhor, ambos podem gostar de jogar este jogo juntos, pois é cooperativo local, ele pode jogar com o outro personagem. Ambos os personagens jogam de forma diferente como se um fosse um samurai e o outro um shinobi. Quando o jogador seleciona uma personagem, ele pode escolher de que tipo de escola vem. No início, existem 4 escolas nas quais pode escolher em cada uma das personagens.

 

Este é o novo jogo da Housemarque, o estúdio que desenvolveu o jogo Resogun. Matterfall é um jogo bem diferente desse título, misturando disparos com recurso aos dois analógicos, com uma componente bastante forte de jogo de plataformas, acompanhado de musica techno e muito espetáculo de luzes e flashes no ecrã.

Matterfall passa-se num possível futuro onde a raça humana ficou dependente de uma tecnologia desconhecida que poderá trazer graves problemas.

Em Matterfall jogamos com a personagem Avalon Farrow e a historia é bastante desinteressante que mais parece uma desculpa para a nossa personagem andar a limpar hordas de inimigos.

Uma das coisas que pude reparar foi que a nossa personagem usa e abusa das plataformas enquanto dispara em todas as direções. Imaginem o jogo Resogun mas coloquem o mesmo como um jogo de plataformas, parece boa ideia mas acaba por ter um monte de pormenores  devem ser resolvidos.

 

 

Os monitores para jogar videojogos são cada vez mais capazes, e a grande pergunta que se faz é a seguinte… “Será que os gamers dão importância a isso?”. É claro que dão, apesar de por vezes não darmos essa importância na hora de jogar, se nos colocarem dois monitores com cores e qualidade diferentes sabemos bem o que queremos. Procuramos essencialmente um monitor que seja uma ferramenta solida com cores precisas com a reprodução do que estamos a jogar com a máxima qualidade possível.

Mas para pessoas como eu, que têm uma estação de trabalho e que usam este tipo de monitores não só para jogos, o Acer BM320 faz todo o sentido. Quando uso programas como o Photoshop ou programas de edição de vídeo como o Sony Vegas, este monitor faz todo o sentido. Por momentos até me esqueci que era um artigo que me foi emprestado para review, apesar de me ter feito ver que faz todo o sentido ter um segundo ecrã para trabalhar…

 

 O que é o Acer BM320...

O Acer BM320 é um monitor preparado para 4K que oferece aos utilizadores uma reprodução de imagem com cores precisas em três gamas que foram pre-calibradas através de um painel IPS enorme.

O design do monitor é muito interessante e moderno que fica bem em qualquer ambiente e é bastante funcional adaptando-se facilmente a qualquer área de trabalho e utilizador devido a base rotativa e ao braço extensivo.

Já á algum tempo que os jogadores aguardavam por este jogo, e finalmente já podem deitar mãos no jogo numa versão melhorada de um dos jogos mais aclamados de todos os tempos.

Infelizmente não tivemos acesso a este jogo logo na altura do seu lançamento, mas agora podemos dar a nossa opinião sobre este glorioso jogo.

História…

Para quem jogou o clássico em 2006, afinal foi só nesta altura que o jogo chegou a Europa, já sabe o que esperar do jogo. O jovem Wander viaja por uma terra proibida na sua égua Agro para poder salvar a vida de uma donzela de nome Mono.

Para começar parece-me uma simples mas bela premissa, e assim que vamos avançando no jogo percebemos que as coisas são ainda melhores do que parecem.

As coisas inicialmente são só estranhas, assim que chegamos a um templo que se encontra parcialmente em ruinas, iremos receber ordens de uma entidade que iremos conhecer como Dormin. Essa entidade vai ajudar-nos na nossa aventura, ela informa-nos que iremos ter de derrubar os 16 Colossus que se encontram espalhados pelo mundo, isso se quisermos ver o nosso desejo atendido.

Existe uma ordem para derrubar os Colossus, e essa ordem deve ser respeitada. A cada Colosso derrubado a sua estátua no templo explode, só nessa altura poderemos avançar para o próximo.

Acho mesmo melhor ficarmos por aqui para que não seja dado Spoiler de algumas coisas que só devem ser vividas dentro do jogo.

Shadow of Colossus é um jogo com uma beleza incrível, mas acaba por ser um jogo muito solitário que nos dá uma sensação de isolamento que se faz sentir ainda mais nesta nova versão do jogo.

Wolfenstein regressou no ano 2014 com uma aventura incrível que nos levou novamente aos tempos das velhas guerras mas com arsenal bem atual. Wolfenstein é considerado o jogo que deu origem ao gênero de tiro em primeira pessoa bem no início da década de 90.

Wolfenstein II: The New Colossus vem continuar o excelente trabalho feito no título anterior e vem dar ainda mais profundidade ao jogo.

Se por um lado, Wolfenstein é um jogo de ação brutal onde atiramos em Nazis sem dó nem piedade, por outro ele é uma declaração aberta contra a discriminação social e tem uma forte vertente politica a favor da igualdade de gênero e raças.

The New Colossus continua a aventura onde The New Order parou. Iremos estar ao comando de William Blaxkowicz que se encontra fragilizado tanto física como mentalmente por causa da guerra e se encontra bem as portas da morte.

Uma das maiores provas de ciclismo é sem dúvida alguma a volta a França. Esta é a competição onde as capacidades físicas e mentais dos ciclistas é posta a prova em cada etapa desta competição.

Le Tour de France tenta recriar a emoção vivida nesta prova e esta responsabilidade recaiu sobre os ombros da Cyanide Studio, estúdio que já tem uma vasta experiência em jogos de ciclismo e muito provavelmente os únicos a apostar neste género de desporto.

Para quem desconhece este tipo de jogos isto é capaz de parecer estranho, mas Tour de France 2017 possui vários modos de jogo sendo que o maior destaque vai para o modo Tour. Neste modo vamos estar na pele dos ciclistas de uma equipa com o objetivo de conquistar os primeiros lugares desta incrível prova.

Quando iniciamos, podemos escolher a nossa equipa, onde está incluída a equipa do conhecido Português Rui Costa.

Sejam muito bem vindos os fãs do ouriço mais conhecido do mundo a uma review de mais um jogo que promete aos jogadores muita diversão. Mas será que isso acontece mesmo?

Para quem não se recorda, em 2015 os jogadores foram surpreendidos com o jogo Sonic Mania, uma grande homenagem a todos os antigos fãs que puderam jogar os jogos das plataformas 2D. Agora recebemos mais um excelente jogo com o ouriço azul onde temos uma versão mais moderna de Sonic onde iremos encontrar novas e divertidas mecânicas.

Chega até a nossa equipa uma cópia de Sonic Forces para PS4 e como devem entender, fui a correr para a consola para poder testar este jogo que acompanhou a minha infância. Este títulos prometia ser mais ambicioso e prometia ainda estar cheio de novas ideias para a serie.

Gran Turismo Sport é um dos jogos de corridas mais esperado do ano, principalmente para os donos de uma PS4. A equipa da Polyphony Digital, em conjunto com Kazunori Yamauchi mostram ao mundo porque são referência nos jogos de simulação automóvel neste grande título que chega as nossas mãos.

A franquia de Gran Turismo já tem uns anos e ainda me recordo de ter jogado o meu primeiro título ainda na velhinha PS2 com o título Gran Turismo 3 onde ainda guardo a minha edição especial com um certo carinho pois estamos a falar de um clássico que marcou uma geração.

Depois deste título joguei outros grandes títulos como o Gran Turismo 4 e o belo do Gran Turismo 5. Infelizmente já não sinto nenhuma saudade do último titulo que chegou a PS3 com o nome de Gran Turismo 6, um titulo que parecia mais um remake do que já tinha sido feito até a altura.

E mais um ano, mais um FM, este ano com o FM 2018 que promete saciar os fãs de jogos de gestão futebolística dentro e fora das 4 linhas.

O futebol é uma modalidade que atrai multidões, e tudo o que é videojogo relacionado com futebol acaba por ser muito procurado pelos mais variados tipos de jogadores.

FM é sem dúvida o rei dentro dos simuladores de estratégia futebolística, não há comparação a este excelente jogo que todos os anos inova para trazer mais e melhor para os jogadores.

Um jogo de simulação futebolística anual, tende em repetir-se de ano para ano, e os jogadores não procuram o mesmo jogo só com as listas atuais dos jogadores. Eles procuram novidades e inovação dentro e fora das quatro linhas.

Para muitos, o título de melhor jogo de Call of Duty pertence a “Modern Warfare”, e quanto a isso eu tenho de assumir que realmente foi um excelente jogo. Mas Call of Duty WW2 esteve bem perto de usurpar esse título.

Call of Duty WW2 fez melhorias incríveis em três pontos muito importantes, o modo campanha, o modo online e no modo zombies. Quero acreditar que mesmo que este jogo não tenha conseguido o título de melhor COD de todos os tempos, pelo menos ficará com o titulo do jogo que conseguiu dar uma lufada de ar fresco e colocar de novo a franquia no caminho certo.

 Recordo os primórdios de COD onde as guerras mundiais eram palco constante dos seus títulos anuais, mas com o tempo os jogadores cansaram pois existiam muitas franquias com o mesmo tema. Com o tempo as guerras mundiais ficaram esquecidas, mas agora voltam a ser moda, tendo com rastilho o jogo Battlefield 1 que saiu para o mercado no ano de 2016.

É com grande satisfação que vos apresento a review do portátil gaming Acer Predatória 17X. Foi uma enorme surpresa quando fui contactado para fazer esta review e aceitei com todo o gosto e com muito entusiasmo.

Como gamer assumido, gosto de testar vários jogos e de jogar com as mais altas definições, mas nem sempre é possível. Queria saber até onde o Predatória 17X me poderia levar.

Vamos iniciar então a review deste incrível portátil gaming e dar-vos a conhecer este extraordinário dispositivo.