A maioria dos jogadores já experimentou jogos de estratégia, a mim os que mais marcaram a minha infância foram Age of Empires e Age of Mitology. É certo que também joguei e adorei Command and Conquer e Starcreft, mas Hypernova Escape from Hadea consegue ser diferente de tudo o que vimos até aos dias de hoje.

Hypernova Escape from Hadea é um jogo colorido com uma arte bem bonita que chama bastante a atenção.

A história do jogo é bem simples, o sol do planeta está prestes a explodir e os habitantes do planeta Scyntihian tem de se aventurar pela galáxia a procura de um planeta do outro lado da galáxia para poderem salvar toda a gente. Mas para fazerem isso precisam criar uma máquina para poderem viajar e para isso precisam de recursos que não se encontram disponíveis em Hadea. Para isso eles terão de recorrer a lua de Haya de forma a obterem esses recursos que vão ajudar a escapar a um trágico destino.

O jogador vai iniciar este jogo na nave mãe que usará para encontrar um local onde pretende criar a sua base de operações. Assim que temos a nossa base de operações precisamos de construir os edifícios que nos vão ajudar a extrair os recursos e devemos construir ainda mais edifícios que nos vão ajudar a armazenar esses recursos para depois serem transportados.

 

Num mundo pós-apocalíptico onde estranhos campeões se unem para lutar pelo futuro.
Insidia é um jogo de estratégia baseado em turnos. O jogo conta com um sistema de duplas baseado em turnos que permite assumir o controlo de um de quatro campeões. É uma nova tomada de táctica como o género TBS.

O jogo...
O jogo passa-se cerca de 400 anos desde que a civilização acabou. Os sobreviventes endurecidos deste deserto estéril devem unir forças para combinar seus pontos fortes, proteger as fraquezas e estratégias dos outros contra aqueles que possam aparecer no seu caminho para o futuro.

Quando ouvimos falar em 'turn-based', naturalmente imaginará jogá-lo como se fosse um jogo de xadrez ou mesmo XCOM.

Cada turno dá ao jogador e ao seu oponente alguns segundos para planear uma ação para um campeão. O mesmo campeão não pode ser controlado em voltas consecutivas. Durante a fase de planeamento, ambos os lados decidem o que fazer com um campeão. Em seguida, vem a fase de ação em que sua estratégia se desenrola.

Torna-se mais desafiador tentar prever o resultado da fase de ação à medida que o jogo avança. Talvez o personagem do adversário estivesse planeando afastar-se do caminho quando estávamos planeando atacar aquele personagem, ou talvez o oponente o tenha planeado de forma errada, de modo a que o seu ataque atinja um combo. Mas nós não saberemos nada até que tudo chegue a fase de ação.

Em qualquer caso, o sistema de rotação simultânea exige um alto nível de estratégia, porque o jogo não é projetado de forma a que a força bruta ganhe. Os pontos fortes e fracos de cada personagem podem ser multiplicados, dependendo de quão bem o jogador coordena as suas habilidades com o resto dos seus personagens.

 

The Legendo of Zelda: Breath of Wild já foi lançado no início do ano, mas ainda continua a ser um jogo muto jogado pela comunidade de Zelda.Este jogo foi lançado de uma forma bem estratégica de forma a coincidir com o lançamento da Nintendo Switch e acaba por ser um dos principais porta-estandartes. Para alem do jogo ter sido lançado para a Nintendo Switch, ele também foi lançado para a já esquecida Nintendo Wii U, precisamente a consola onde teste este jogo.

 

O jogo…

Em The Legendo of Zelda: Breath of Wild, vamos ter uma história no reino Hyrule, este encontra-se sob ataque pelas forças maquiavelicas de Calamity Ganon.

Assim que iniciamos, vamos acordar na pele de Link numa espécie de sarcófago que se encontra enterrado numa montanha. E é precisamente desse ponto que avançamos para a aventura de forma a tentarmos perceber o que se passa e o que podemos fazer para ajudar.

E o jogo começa mais precisamente desta forma…

 “Há muitos e muitos anos atrás o belo reino de Hyrule vivia em paz e prosperidade. O Rei e a sua princesa, Zelda eram amados e respeitados pelo seu povo e a prosperidade imperava. Até ao dia em que Calamity Ganon surgiu e com ele a desgraça caiu sobre as terras de Hyrule. Passados 100 anos após a desgraça, uma profecia revela-se e saindo de um sono profundo num santuário subterrâneo surge o herói que vai repor a paz em Hyrule: Link.”

 

Posso dizer que Hyrule é lindíssimo onde podemos encontrar montanhas cheias de neve, masmorras frias e húmidas, prados verdes com relva a ondular ao sabor do vento e onde vamos encontrar um mundo cheio de vida. Temos aldeias repletas de população onde iremos ver mercados, comércio, sobreviventes do reino, ruinas, florestas que cobrem vastas zonas e ainda poderemos ver lagos, rios e pântanos com seres que aí habitam e dão cor e vida a estas locais.

A nossa aventura começa mais precisamente no Great Plateau, uma zona rodeada de penhascos e que acaba por ser um tutorial do jogo onde são ensinados os movimentos básicos do jogo ao jogador.

A medida que vamos avançando no território, vamos encontrar uma diversidade enorme de outros seres, além dos habituais monstros que são libertados por Ganon. Mos cenários poderemos ver coelhos, garças, peixes, javalis e veados, todos eles servem para caçar ou podemos montar alguns deles. Também podemos colher plantas ou frutas que nos dão vida e que enchem Hyrule de vida e conteúdo.

 

A velocidade a que as transmissões no Twitch crescem é gigantesca, são muitos os que fazem livestreams e mostram ao mundo como abordam os seus jogos preferidos, ou os jogos que estão na moda.

A transmissão ao vivo é cada vez mais importante, o publico quer cada vez mais poder interagir com os seus streamers favoritos e poder obter uma resposta em direto.

Hoje em dia não podemos focar-nos somente em streams em nossa casa, qualquer local é bom para fazer streams, seja em casa, jardim, espaços de eventos e muito mais, basta para isso que se tenha um kit que seja fácil de transportar. É neste momento que entra a Razer, eles criaram um kit de broadcast de transporte fácil e de simples instalação.

 

Acondicionamento…

Neste ponto, o acondicionamento de todo o kit está simplesmente épico. Vem dentro de uma mala feita em plástico e metal, projetada para transportar o material de forma segura seja em viagens curtas ou mais demoradas. Este kit conta ainda com umas chaves que traz um porta-chaves com o logotipo da Razer e que serve para fechar a mala de forma a que outros não acedam ao conteúdo da mala indevidamente.

Na parte lateral da mala vem um autocolante que diz “Streamer Certified”, e esta mala dá um ar mais profissional a tudo isto.

 

Esta é uma atualização do jogo ARK Survival Evolved, mais propriamente um DLC que a equipa de produção Studio Wildcard trouxe para este incrível jogo. Ao longo do tempo, desde o lançamento de Ark: Surival Evolved que este estúdio tem trazido varias novidades que incluem a transformação do jogo e a própria jogabilidade. O mais recente DLC tem o nome de Aberration e como o nome diz tem transformações que são uma verdadeira aberração.

Esqueçam tudo o que já viveram em Ark: Surival Evolved e pensem na nova realidade que o jogo nos propõe. Neste novo ARK somos forçados a viver no subsolo num sistema complexo de tuneis e cavernas. Agora coloquem novas espécies bem estranhas de seres para caçar ou domesticar. e por fim, adicionem armas e ferramentas novas com mecânicas bem diferentes do que estavam habituados.

Apesar de grandes mudanças o jogo continua com todas as logicas anteriores seja de construção, craft, caça ou de combate. Eu creio que a grande mudança deste DLC é mesmo a estranheza que entra neste jogo como por exemplo uma espécie de humanoide de nome “Reaper” que podemos engravidar…

 

Para os que já me conhecem e conhecem o meu trabalho, eu sou um grande fã da PlayStation, e ter uma marca de alto calibre aliada a um hardware que nos vai dar uma maior imersão dentro dos jogos que mais amamos é algo que me aquece o coração.

Quando a Razer me avisou que me tinha enviado o Razer Thesher para a PS4 eu fiquei logo em pulgas para testar este menino. As espectativas eram bem altas, tendo sempre em conta a marca que ia testar, e não me dececionei.

Só posso dizer que os Razer Thesher Ultimate for PS4 são uma besta no que toca a headphones, rivalizam diretamente com os Astro A50 Wireless.

O que mais gosta nos Razer Thesher Ultimate for PS4 é o design elegante, som poderoso e a fácil configuração seja para PS4 ou para PC.

Os Razer Thesher Ultimate são muito confortáveis, mesmo em usos prolongados, apesar de achar que estes headphones são um pouco frágeis, isso acaba por cair por terra após vários testes de resistência.

 

Como todos os que lêem as minhas reviews já sabem, eu sou um apaixonado pelos artigos da Razer, e por isso mesmo irei lançar 5 reviews nos próximos dias de 5 artigos distintos de grande qualidade.

Esta será a review de um teclado que aparentemente é bem simples mas que tem um poder, uma velocidade e precisão bem superior.

O Razer Cynosa é um teclado de membrana com iluminação RGB que se espalha por todo o teclado.

Um dos pontos que devo apontar como negativo é que o Razer Cynosa custa mais do que um teclado comum de membrana e os seus benefícios são bem limitados o que nos leva a ponderar se não existirá um outro teclado de membrana que faça o mesmo trabalho por um preço bem mais em conta…

O Razer Cynosa é um teclado bem simples, todo em preto com um logotipo bem discreto na parte inferior do teclado e não se faz acompanhar das teclas de mídia ou das teclas de macros como tanto os gamer gostam. Este teclado não se faz acompanhar de qualquer tipo de descanso de pulso, seja ele fixo ou magnético (infelizmente não houve esse cuidado).

Li em algum lado (acho que no website) que o Razer Cynosa era anti derramamento, mas após uma breve inspeção achei que não deveria fazer o teste, afinal de contas este teclado tem uma estética que me faz lembrar um simples teclado de escritório. Para quê provocar algo se não temos certezas? Prefiro testar ou ver com os meus olhinhos se realmente vier a acontecer sem querer.

 

E eis que chega mais um jogo destes fantásticos personagens que preencheram tardes e tardes da minha infância. Jak e Daxter Desta vez estamos na ilha de Misty e o jogo inicia com uma narração feita pelo Samos onde ele fala sobre os seus pressentimentos maus sobre os amos do universo que são chamados de “Precursores”. Samos procura respostas e precisa da ajuda de Jak e Daxter que por coincidência acabam de chegar a ilha. Os nossos dois heróis acabam por presenciar a reunião de duas estranhas criaturas Lurkers e acabam por tentar fugir na mesma embarcação em que chegaram e descobrem um enorme poço de DarkEco. Mesmo ao lado do poço há um objeto que chama a atenção de Daxter, era um Precursor em forma de esfera, Daxter entrega de imediato a Jak sem dar grande importância. Mas, assim que Jak toca no objeto este parece ter uns poderes místicos apesar de inicialmente não se manifestar.

 

Mais uma época futebolística, mais um ano de PES, este ano com algumas melhorias bem interessantes que revolucionam mais uma vez o jogo.

Inicialmente a ideia com que fiquei foi que PES 2018 parecia o PES 2017 mas com algumas melhorias/actualizações. Mas assim que fui avançando no jogo percebi que PES tenta conquistar de qualquer forma os fãs de FIFA, mas todos sabemos que isso será bem complicado para a Konami.

Com o passar dos anos, PES tem perdido o que muitos gostavam na franquia, estou a falar do seu aspeto descontraído. A Konami tem tentado aproximar a sua franquia da Franquia de FIFA, mas sem sucesso. Isso deve-se ao facto de não terem tantas licenças como a FIFA e também pelo facto de tentarem atalhar caminho de forma a tornarem a sua franquia cada vez mais parecida com a de FIFA.

Mas pelo que posso ver, PES tenta agora um caminho diferente com uma fórmula de nome Touch+. A diferença desta nova fórmula é bem grande e acaba por afetar toda a dinâmica do jogo.

A Konami apostou no refinamento da fórmula Touch+ que acabou por se tornar num elemento bem importante da mecânica de jogo e bastante responsável pelo domínio de grande parte dos avatares com partes do corpo como peito, coxa e ombro.

 

Eu cresci a jogar jogos do estilo em beat'em ups de deslocação lateral. Sempre adorei jogar jogos como Double Dragon, Taratrugas Ninja, Super Mario e Streets of Rage e muitos mais. A lista é bastante longa; haviam bastantes jogos deste estilo na época.

Samurai Riot é um jogo deste estilo e é bem provável que faça os mais saudosistas suspirar por este estilo de jogo e fazer respirar novamente este género. Esta é a nossa avaliação do Samurai Riot.

Assim que iniciamos este jogo, podemos escolher uma das duas personagens,  Sukane ou Tsurumaru. Se tiver um amigo ainda melhor, ambos podem gostar de jogar este jogo juntos, pois é cooperativo local, ele pode jogar com o outro personagem. Ambos os personagens jogam de forma diferente como se um fosse um samurai e o outro um shinobi. Quando o jogador seleciona uma personagem, ele pode escolher de que tipo de escola vem. No início, existem 4 escolas nas quais pode escolher em cada uma das personagens.

 

Este é o novo jogo da Housemarque, o estúdio que desenvolveu o jogo Resogun. Matterfall é um jogo bem diferente desse título, misturando disparos com recurso aos dois analógicos, com uma componente bastante forte de jogo de plataformas, acompanhado de musica techno e muito espetáculo de luzes e flashes no ecrã.

Matterfall passa-se num possível futuro onde a raça humana ficou dependente de uma tecnologia desconhecida que poderá trazer graves problemas.

Em Matterfall jogamos com a personagem Avalon Farrow e a historia é bastante desinteressante que mais parece uma desculpa para a nossa personagem andar a limpar hordas de inimigos.

Uma das coisas que pude reparar foi que a nossa personagem usa e abusa das plataformas enquanto dispara em todas as direções. Imaginem o jogo Resogun mas coloquem o mesmo como um jogo de plataformas, parece boa ideia mas acaba por ter um monte de pormenores  devem ser resolvidos.

 

 

Os monitores para jogar videojogos são cada vez mais capazes, e a grande pergunta que se faz é a seguinte… “Será que os gamers dão importância a isso?”. É claro que dão, apesar de por vezes não darmos essa importância na hora de jogar, se nos colocarem dois monitores com cores e qualidade diferentes sabemos bem o que queremos. Procuramos essencialmente um monitor que seja uma ferramenta solida com cores precisas com a reprodução do que estamos a jogar com a máxima qualidade possível.

Mas para pessoas como eu, que têm uma estação de trabalho e que usam este tipo de monitores não só para jogos, o Acer BM320 faz todo o sentido. Quando uso programas como o Photoshop ou programas de edição de vídeo como o Sony Vegas, este monitor faz todo o sentido. Por momentos até me esqueci que era um artigo que me foi emprestado para review, apesar de me ter feito ver que faz todo o sentido ter um segundo ecrã para trabalhar…

 

 O que é o Acer BM320...

O Acer BM320 é um monitor preparado para 4K que oferece aos utilizadores uma reprodução de imagem com cores precisas em três gamas que foram pre-calibradas através de um painel IPS enorme.

O design do monitor é muito interessante e moderno que fica bem em qualquer ambiente e é bastante funcional adaptando-se facilmente a qualquer área de trabalho e utilizador devido a base rotativa e ao braço extensivo.