Preview - Destiny 2
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Release: 6/9/2017
Price: € 69.99

Preview - Destiny 2

Genres: AVENTURA, SHOOTERS, ACÇÃO Producer: Bungie
  • Production: Bungie
  • Release date: 6/9/2017
  • Recommended age: 12 years

A BETA de Destiny 2 já terminou e esteve disponível durante 6 dias para quem tem PS4. Durante esses 6 dias aproveitei ao máximo para ver e jogar o que a produtora Bungie disponibilizou para os jogadores e posso dizer que fiquei fascinado.

Eu não tive qualquer tipo de problemas no teste da BETA mas sei que muitos foram os que tiveram problemas com a missão “Homecoming”. Que raios de problema era esse? Ao que parece, a personagem Ikora não aparece em determinada parte da missão “Homecoming”, o que faz com que não consigam avançar na missão e fiquem sem nada para fazer e sem poder avançar no jogo. Muitos foram os que tentaram passar esta parte do jogo, reiniciaram vezes e vezes a mesma missão acabando por ficar retidos sempre na mesma zona a espera que a Ikora aparecesse.

Alguns jogadores mais persistentes acabaram por descobrir um truque, que lhe deram o nome de “ hotspot” de forma a conseguirem ultrapassar este erro.

 

Isto é uma BETA…

O que muitos não entenderam é que este teste que foi feito é uma BETA. Serve precisamente para vermos as falhas que no jogo pode ter e para que a produtora possa corrigir esses erros antes do lançamento. Missão é a representação da versão final e a própria Bungie já referiu que muitos parâmetros serão diferentes, como por exemplo a abundancia da Power Ammo.

 

Para alem de ser uma representação do jogo final, esta também é uma representação limitada e que só nos deixa ver uma pequena parte da grandiosidade deste jogo. Na BETA de Destiny 2 temos acesso a uma Strike e a dois modos / mapas no Crucible.

 

O que gostei da BETA de Destiny 2...

Missão Homecoming…

Esta foi a missão de apresentação que nos apresentaram em Destiny 2 e na minha opinião ficou uns furos bem acima do que alguma vez eu vi em Destiny (jogo original). As sequências cinematográficas abundantes e as interacções com as diferentes personagens do jogo dão-nos uma atmosfera bem dramática sobre o que se passa no jogo. Se a história de Destiny 2 seguir o caminho que vimos na BETA do jogo, então teremos uma história vencedora que apagará as criticas feitas a história de Destiny original que foi ridicularizada e criticada por muitos.

 

Oryx foi o vilão da história de Destiny e deixou algumas saudades mas a Bungie arranjou alguém a altura para liderar a Red Legion, uma divisão especial dos Cabal que invade a torre e dá uma coça descomunal aos guardiões que tentam defender o seu lar. Estou a falar de Gaul, ele apodera-se do traveler e rouba-nos a Luz, a nossa fonte de magia espacial.

No fim da missão “Homecoming”, que nos foi apresentada na BETA, podemos ver Gaul no seu esplendor a derrotar a nossa personagem sem qualquer tipo de piedade. Isso faz com que os jogadores queiram dar o troco a Gaul o mais breve possível, mas para isso teremos de aguardar até dia 6 de Setembro pelo lançamento do jogo para PS4 e Xbox One. Os detentores de PC vão ter de aguardar até 24 de Outubro.

 

Alterações ao jogo…

 

Partidas 4x4…

O primeiro Destiny tinha partidas de 6x6 e contava com alguns modos mais reservados onde jogávamos 3x3. Mas em Destiny 2 a Bungie decidiu que todas as partidas seriam disputadas entre equipas de quatro. A decisão foi muito acertada e mesmo com menos jogadores estas partidas ainda conseguem ser bem caóticas, mas não de uma forma exagerada como acontecia no primeiro título.

 

Subclasses repensadas…

Ao que parece, a Bungie pode ter resolvido os vários problemas de equilíbrio das classes e subclasses que acabavam por atormentar o Crucible no primeiro título de Destiny.

Todas as subclasses do jogo são agora poderosas e temos um “roaming super”, um super que nos permite circular pelo mapa. As novas habilidades do Warlock e do Titan são muito boas, nomeadamente uma Aura de ataque / defesa e um escudo protector que são dois super bem uteis.

 

Menos habilidades no Crucible…

Na fase final de Destiny, era mais útil colar uma granada nos nossos oponentes do que tentar confronta-los com as armas. Em Destiny 2 a Bungie aumentou o cooldown das habilidades e dos super e assim sendo as armas ganharam mais importância e fazem com que o jogador escolha mais cuidadosamente as suas escolhas.

 

Titan Sentinel…

Posso dizer que a minha classe preferida é a dos Warlocks, mas em Destiny 2 tenho de dar um destaque especial aos Titan Sentinel. O Titan Sentinel é uma evolução do Titan Defender, a grande diferença é que agora esta classe tem a capacidade ofensiva graças ao seu escudo que mais o faz parecer com o Capitão América.

 

Jogo muito bonito…

Quando digo que Destiny 2 é um jogo bonito, não falo só da sua estética, este jogo tem uma maior qualidade gráfica e nota-se que a Bungie apostou em efeitos particulares e muita iluminação para dar mais vida aos cenários. A certa altura eu estava a a ver cores e efeitos que até agora só tinha visto no jogo “No Man´s Sky”. Algo interessante foi poder ver chuva durante a missão “Homecoming” onde se nota uma maior vida do ambiente de jogo.

 

Problemas…

Tendo sempre em conta que este jogo ainda é uma BETA, tenho de apontar algumas inconsistências no jogo. Em Crucible, por vezes notou-se uma certa inconsistência da latência, nem sempre as armas se comportam como seria de esperar. Por vezes as nossas armas comportam-se como deveria ser, mas tem outras alturas que as armas traem a nossa confiança e se comportam de uma forma inesperada. Onde eu dei mais conta das falhas foi nos canhões de mão, por vezes parecia que as balas se evaporavam a saída da arma. Acredito que na altura do lançamento estes problemas estarão resolvidos.

 

Habilidade do Hunter Arcstrider…

A habilidade desta subclasse não é má, mas tem um propósito completamente diferente das habilidades do Titan e Warlock. Enquanto as outras classes têm habilidades para jogar em equipa, esta é uma habilidade que só beneficia o próprio jogador. Esta é uma habilidade que pode ser muito útil em situações de apuros.

 

Menos habilidades no PVE…

Penso que menos habilidades no PVP são uma grande vantagem, mas a limitação no PVE acaba por tornar o jogo menos atractivo. Isto aumenta o tempo necessário para matar os inimigos e o confronto com o Protheon (boss da Inverted Spire) é demasiado longo.

 

Deja-Vú da Inverted Spire…

A Strike Inverted Spire passa-se em Nessus, uma nova área do jogo que não estava disponível no primeiro jogo, mas as cores e ambiente fazem-nos lembrar as localizações do jogo original como por exemplo o Black Garden. Não é que seja igual, mas faz lembrar muito esse mapa. Não esquecer que os jogadores querem visitar novas localidades neste novo Destiny 2.

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