Darkness II
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Release: 4/11/2011
Price: FREE

Darkness II

Genres: ACÇÃO Producer: 2K

Saído diretamente dos comics, o jogo The Darkness conseguiu em 2007 captar a atenção dos fãs dosshooters com o seu ambiente macabro, negro e extremamente violento.
Mas a jogabilidade do jogo, que inovava em dar-nos para além dos nossos braços e as duas armas associadas, mais dois "braços" que são na verdade uma possessão em forma de dragões/cobras, foi um dos fatores de diferenciação no género.
A sensação de presença de um outro ser em constante conflito e o inevitável bem contra o mal estava sempre presente.
A personagem principal, Jackie Estacado, é de personalidade forte, pouco ou nada o intimida, e enfrenta qualquer perigo e violência como que se a morte fosse algo natural.
Mas certo é que a morte não parece atingir Jackie, o Mal não deixa e como hospedeiro tem muito que satisfazer o seu amo.
Mas por outro lado Jackie é uma pessoa de moral, ou melhor, de confiança e fiel aos seus princípios.
Por isso, apesar do seu aspeto não merecer qualquer elogio, não se deixa atormentar, luta contra os desejos mais mundanos, principalmente quando tem a imagem da sua bela e amada Jenny Ramano.
Aliás, como pode Jackie ter medo da morte se o mesmo está morto?
Como pode Jackie querer salvar Jenny Ramano se a mesma está morta.
Mas afinal estará Jackie a usar o seu principal inimigo como força para continuar a sonhar com Jenny?
É um dilema que Jackie vive constantemente, quer por flash de memória, quer em conversas, nada brandas e educadas, com o seu amo, o The Darkness.
Por outro lado The Darkness também usa Jackie para atingir os seus fins.
Existe necessidade de sangue e violência e tudo o que é de errado.
No fundo é um jogo de interesses, nada saudável.
Neste segundo jogo Jackie Estacado vê-se confrontado com um novo inimigo, que anseia retirar o The Darkness dentro dele, e usar os seus poderes para fins também eles não muito saudáveis.
Nas duas demos apresentadas revela-nos o início do jogo, onde Jackie, dois anos após o primeiro jogo, é agora o poderoso mafioso Don
of the Franchetti.
O The Darkness parece estar "calmo", mas uma visita a um dos restaurantes onde Jackie frequenta muda tudo.
A sua posição coloca-o como alguém respeitado, e é bem recebido no restaurante.
Mas esta força externa contrata um bando de rufias para matar Jackie no restaurante.
Uma carrinha entre dentro do restaurante, mas Jackie consegue sobreviver, mas fica muito maltratado.
Após diversos tiroteios, Jackie vê-se numa posição de decisão de vida e morte e liberta novamente o The Darkness, resolvendo rapidamente o problema com os rufias.
Uma vez libertado, tudo volta ao passado, The Darkness está sedento.
Os vícios de juventude voltaram, nomeadamente as mulheres.
Jackie tenta então saber quem tramou a sua morte, levando-o para uma feira temática abandonada, onde é recebido pelos membros da The Brotherhood, uma antiga seita que também deseja o The Darkness.
Os The Brotherhood são liderados por Viktor Valente, a mesma personagem que vemos na primeira demo a crucificar Jackie para lhe retirar o TheDarkness.
Os TheBrotherhood têm o conhecimento sobre como lidar com o TheDarkness, sabem quais são as suas vulnerabilidades.
A luz é a maior inimiga da escuridão, e com ela presente o TheDarkness deixa de ter efeito e os poderes de Jackie passam para um mero mortal, recorrendo apenas às suas armas.
Desta forma iremos muitas vezes usar de abordagens táticas, antes de entrar sempre a matar.
Os membros do TheBrotherhood usam lanternas, flash de luz e holofotes em carros e edifícios para enfraquecer Jackie.
É assustador ouvir TheDarkness gritar nestas situações, com frases do tipo "F#&#$&youJackie" ou "Sai da luz sua marioneta".
Terão que ouvir e jogar para o sentir.
O TheDarkness vive de sangue e corações.
São a sua fruta diária, e somos nós que o alimentamos.
Quem jogou o primeiro jogo sabe certamente o uso que damos aos botões do comando.
Também não seria para menos, ter que controlar quatro braços, com diversas mecânicas e ainda duas armas, que poderão ser de diferentes categorias em cada mão é obra.
Não esquecer ainda que podemos agarrar em tudo o que quisermos e arremessar contra os inimigos.
No fim ainda temos a execuções, quatro para escolher na verdade.
Graficamente o jogo está acima da média.
Existem pormenores fantásticos no jogo, que mistura um estilo único de cores vibrantes e efeitos de luz fantásticos.
A leve sensação de cell-shading assenta como uma luva, conferindo aquele toque especial de cartoon.
Os níveis estão muito bem desenhados, variados, com imensos pormenores decorativos que enriquecem muito a experiência e credibilidade de toda a acção.
Dos corpos que jazem no chão saem a chamada "Essence", que é uma espécie de recurso para podermos aumentar e desbloquear mais poderes.
Um poder mostrado é uma aplicação nas armas em que podemos ver através das paredes e disparar.
No caso das execuções, não recebemos "Essence", mas sim pontos de experiência.
Para além do cuidado tático com as luzes, podemos usar objetos como proteção.
Podemos tirar as portas aos carros e usar como escudo contra os disparos.
Tentei usar para tapar a luz de um holofote, mas tal parece não ser possível.
É pena.
Outro dos poderes recebidos que foi mostrado na demo é o "BlackHole", que como o nome indica cria um espaço temporal que suga tudo à sua volta.
Apesar de ter sido adiado para o o início de 2012, o jogo já está com excelente aspeto.
Se na verdade o tempo pedido é para melhorar o jogo, então que o façam, pois nós só agradecemos.
A demo termina com Jackie encurralado pelos TheBrotherhood, com imensa luz contra ele e sem qualquer hipótese de sair dali vivo.
Existe um enorme clarão e Jackie acorda num ambiente completamente diferente, com outras roupas, e com alguém a dizer
"Não te preocupes nós vamos ajudar-te".

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