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Thor : God of Thunder
Avaliação do editor
3.5
Avaliação dos users
2.0
Voto Global
2.8
Vote você também:
N/A
Lançamento: 29.4.2011
Preço: € 29.99

Thor : God of Thunder

Generos: AVENTURA Produtora: SEGA
[Analise] Thor : God of Thunder 1 Mês, 1 Semana atrás

A maior parte da comunidade de jogadores espalhados pelo mundo diria que existem os jogos bons, os medianos e os maus. Porém, eu acrescentaria um outro: as adaptações de filmes para videojogos.

Esta é uma “tradição” que já está mais do que implementada no mundo do entretenimento. Sempre que é lançado um filme que demonstre algum potencial, dificilmente se pensa duas vezes. O resultado é, com muita pena para os apreciadores dos filmes e salvo raras excepções, um autêntico desastre.

Thor, filho de Odin, expoente máximo damitologia nórdica, não é excepção à regra. O “Deus do Trovão” não apenas confirma toda a teoria correspondente às adaptações como ainda tem a “coragem” de se aplicar na árdua tarefa de tentar ser pior que todos os seus antecessores. Mas vamos por partes.

A história de Thor: God of Thunder pouco ou nada tem a ver com os acontecimentos do filme. Neste jogo, Asgard, um dos Nove Reinos, é invadida por criaturas de gelo provenientes de Jötunheim sem que haja alguma explicaçãol. Quem já teve a oportunidade de ir ao cinema ver este blockbuster pensará “então… mas isso também acontece no filme!”. Está bem, eu sei que sim, mas o que acontece é que esse é, para além das personagens, o único aspecto que se pode relacionar com o filme.

Numa disputa para vingar a suposta morte de Sif, sua companheira de aventuras, e pôr termo à raça dos gigantes de gelo, Thor, influenciado pelo seu irmão Loki, liberta Mangog, uma criatura terrível criada por Odin que irá espalhar o caos e a destruição por Asgard. A nossa missão é a de corrigir o mal e devolver a estabilidade e a paz aos Nove Reinos.

Se pensam que este jogo vai ser um sonho, desenganem-se: Thor está condenado à decepção geral desde os seus primeiros minutos. Os cutscenes são francamente um horror, quebras de framerate e interpretações pouco legíveis, o jogador nunca se sentirá verdadeiramente tentado em levar a sua missão até ao final.

Em relação ao grafismo, este muito provavelmente é um dos jogos mais pobres que esta geração de consolas já viu. O nível de detalhe é bastante fraco e a atenção aos pormenores, tanto nas personagens como nos cenários, é nula. Thor: God of Thunder está ao nível de um jogo mediano para Playstation 2.

Os actores que dão voz às personagens de Thor: God of Thunder são, na sua maioria, os mesmos que interpretam no filme. No entanto os diálogos são completamente vazios e desinspirados, não acrescentando qualquer alteração ao produto final.

Apesar de todos estes pontos negativos, Thor até tem uma boa jogabilidade. Ainda assim, está bem longe de surpreender os fãs de jogos de acção. Empunhando o seu poderoso martelo Mjolnir o nosso protagonista consegue controlar três diferentes elementos: o relâmpago, o trovão e o vento. O elevado número de combinações disponíveis, que pode ainda ser aumentado com a conquista de algumas “proezas” ou com alguns upgrades, dá uma falsa noção de variedade ao sistema de combate. Torna-se muito repetitivo as combinações mais básicas.

Se tivermos em conta que o dano causado nos inimigos é mínimo, a introdução de um sistema de grapples(agarrar os inimigos) e de quick-time events é uma lufada de ar fresco que evita o tédio nas longas sequências contra hordas de monstros de gelo, fogo ou qualquer outra espécie.

Os obstáculos causados por esta jogabilidade relativamente deficiente, onde os grapples são mesmo o ponto forte, fazem de Thor um jogo com um nível de dificuldade castigador para alguns. Não serão poucas as vezes em que verão a vossa personagem a morrer sem perceberem bem o porquê, o que faz deste um bom título para aumentar os níveis de frustração.

Em suma, Thor: God of Thunder é um jogo repetitivo e desprovido de qualquer tipo de espectacularidade, podendo ser considerado como que uma cópia barata (salvo seja) de God of War. Se tiverem o azar de o ver nas prateleiras, lembrem-se de o evitar a todo o custo, mesmo que sejam fãs dos comics da Marvel.

[Analise] Thor : God of Thunder 1 Mês, 1 Semana atrás


A maior parte da comunidade de jogadores espalhados pelo mundo diria que existem os jogos bons, os medianos e os maus. Porém, eu acrescentaria um outro: as adaptações de filmes para videojogos.

Esta é uma “tradição” que já está mais do que implementada no mundo do entretenimento. Sempre que é lançado um filme que demonstre algum potencial, dificilmente se pensa duas vezes. O resultado é, com muita pena para os apreciadores dos filmes e salvo raras excepções, um autêntico desastre.

Thor, filho de Odin, expoente máximo damitologia nórdica, não é excepção à regra. O “Deus do Trovão” não apenas confirma toda a teoria correspondente às adaptações como ainda tem a “coragem” de se aplicar na árdua tarefa de tentar ser pior que todos os seus antecessores. Mas vamos por partes.

A história de Thor: God of Thunder pouco ou nada tem a ver com os acontecimentos do filme. Neste jogo, Asgard, um dos Nove Reinos, é invadida por criaturas de gelo provenientes de Jötunheim sem que haja alguma explicaçãol. Quem já teve a oportunidade de ir ao cinema ver este blockbuster pensará “então… mas isso também acontece no filme!”. Está bem, eu sei que sim, mas o que acontece é que esse é, para além das personagens, o único aspecto que se pode relacionar com o filme.

Numa disputa para vingar a suposta morte de Sif, sua companheira de aventuras, e pôr termo à raça dos gigantes de gelo, Thor, influenciado pelo seu irmão Loki, liberta Mangog, uma criatura terrível criada por Odin que irá espalhar o caos e a destruição por Asgard. A nossa missão é a de corrigir o mal e devolver a estabilidade e a paz aos Nove Reinos.

Se pensam que este jogo vai ser um sonho, desenganem-se: Thor está condenado à decepção geral desde os seus primeiros minutos. Os cutscenes são francamente um horror, quebras de framerate e interpretações pouco legíveis, o jogador nunca se sentirá verdadeiramente tentado em levar a sua missão até ao final.

Em relação ao grafismo, este muito provavelmente é um dos jogos mais pobres que esta geração de consolas já viu. O nível de detalhe é bastante fraco e a atenção aos pormenores, tanto nas personagens como nos cenários, é nula. Thor: God of Thunder está ao nível de um jogo mediano para Playstation 2.

Os actores que dão voz às personagens de Thor: God of Thunder são, na sua maioria, os mesmos que interpretam no filme. No entanto os diálogos são completamente vazios e desinspirados, não acrescentando qualquer alteração ao produto final.

Apesar de todos estes pontos negativos, Thor até tem uma boa jogabilidade. Ainda assim, está bem longe de surpreender os fãs de jogos de acção. Empunhando o seu poderoso martelo Mjolnir o nosso protagonista consegue controlar três diferentes elementos: o relâmpago, o trovão e o vento. O elevado número de combinações disponíveis, que pode ainda ser aumentado com a conquista de algumas “proezas” ou com alguns upgrades, dá uma falsa noção de variedade ao sistema de combate. Torna-se muito repetitivo as combinações mais básicas.

Se tivermos em conta que o dano causado nos inimigos é mínimo, a introdução de um sistema de grapples(agarrar os inimigos) e de quick-time events é uma lufada de ar fresco que evita o tédio nas longas sequências contra hordas de monstros de gelo, fogo ou qualquer outra espécie.

Os obstáculos causados por esta jogabilidade relativamente deficiente, onde os grapples são mesmo o ponto forte, fazem de Thor um jogo com um nível de dificuldade castigador para alguns. Não serão poucas as vezes em que verão a vossa personagem a morrer sem perceberem bem o porquê, o que faz deste um bom título para aumentar os níveis de frustração.

Em suma, Thor: God of Thunder é um jogo repetitivo e desprovido de qualquer tipo de espectacularidade, podendo ser considerado como que uma cópia barata (salvo seja) de God of War. Se tiverem o azar de o ver nas prateleiras, lembrem-se de o evitar a todo o custo, mesmo que sejam fãs dos comics da Marvel.

 

[Analise] Thor : God of Thunder 1 Mês, 1 Semana atrás


A maior parte da comunidade de jogadores espalhados pelo mundo diria que existem os jogos bons, os medianos e os maus. Porém, eu acrescentaria um outro: as adaptações de filmes para videojogos.

Esta é uma “tradição” que já está mais do que implementada no mundo do entretenimento. Sempre que é lançado um filme que demonstre algum potencial, dificilmente se pensa duas vezes. O resultado é, com muita pena para os apreciadores dos filmes e salvo raras excepções, um autêntico desastre.

Thor, filho de Odin, expoente máximo damitologia nórdica, não é excepção à regra. O “Deus do Trovão” não apenas confirma toda a teoria correspondente às adaptações como ainda tem a “coragem” de se aplicar na árdua tarefa de tentar ser pior que todos os seus antecessores. Mas vamos por partes.

A história de Thor: God of Thunder pouco ou nada tem a ver com os acontecimentos do filme. Neste jogo, Asgard, um dos Nove Reinos, é invadida por criaturas de gelo provenientes de Jötunheim sem que haja alguma explicaçãol. Quem já teve a oportunidade de ir ao cinema ver este blockbuster pensará “então… mas isso também acontece no filme!”. Está bem, eu sei que sim, mas o que acontece é que esse é, para além das personagens, o único aspecto que se pode relacionar com o filme.

Numa disputa para vingar a suposta morte de Sif, sua companheira de aventuras, e pôr termo à raça dos gigantes de gelo, Thor, influenciado pelo seu irmão Loki, liberta Mangog, uma criatura terrível criada por Odin que irá espalhar o caos e a destruição por Asgard. A nossa missão é a de corrigir o mal e devolver a estabilidade e a paz aos Nove Reinos.

Se pensam que este jogo vai ser um sonho, desenganem-se: Thor está condenado à decepção geral desde os seus primeiros minutos. Os cutscenes são francamente um horror, quebras de framerate e interpretações pouco legíveis, o jogador nunca se sentirá verdadeiramente tentado em levar a sua missão até ao final.

Em relação ao grafismo, este muito provavelmente é um dos jogos mais pobres que esta geração de consolas já viu. O nível de detalhe é bastante fraco e a atenção aos pormenores, tanto nas personagens como nos cenários, é nula. Thor: God of Thunder está ao nível de um jogo mediano para Playstation 2.

Os actores que dão voz às personagens de Thor: God of Thunder são, na sua maioria, os mesmos que interpretam no filme. No entanto os diálogos são completamente vazios e desinspirados, não acrescentando qualquer alteração ao produto final.

Apesar de todos estes pontos negativos, Thor até tem uma boa jogabilidade. Ainda assim, está bem longe de surpreender os fãs de jogos de acção. Empunhando o seu poderoso martelo Mjolnir o nosso protagonista consegue controlar três diferentes elementos: o relâmpago, o trovão e o vento. O elevado número de combinações disponíveis, que pode ainda ser aumentado com a conquista de algumas “proezas” ou com alguns upgrades, dá uma falsa noção de variedade ao sistema de combate. Torna-se muito repetitivo as combinações mais básicas.

Se tivermos em conta que o dano causado nos inimigos é mínimo, a introdução de um sistema de grapples(agarrar os inimigos) e de quick-time events é uma lufada de ar fresco que evita o tédio nas longas sequências contra hordas de monstros de gelo, fogo ou qualquer outra espécie.

Os obstáculos causados por esta jogabilidade relativamente deficiente, onde os grapples são mesmo o ponto forte, fazem de Thor um jogo com um nível de dificuldade castigador para alguns. Não serão poucas as vezes em que verão a vossa personagem a morrer sem perceberem bem o porquê, o que faz deste um bom título para aumentar os níveis de frustração.

Em suma, Thor: God of Thunder é um jogo repetitivo e desprovido de qualquer tipo de espectacularidade, podendo ser considerado como que uma cópia barata (salvo seja) de God of War. Se tiverem o azar de o ver nas prateleiras, lembrem-se de o evitar a todo o custo, mesmo que sejam fãs dos comics da Marvel.

 

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