REVIEW – Super Meat Boy Forever

REVIEW – Super Meat Boy Forever

Janeiro 6, 2021 Não Por Perplera

Posso dizer que Super Meat Boy Forever é um dos jogos mais doentios que joguei nos últimos tempos. Este jogo é fruto da imaginação fértil e doentia da Team Meat que lançou o seu primeiro título deste jogo em 2010. Nesta altura o jogo era bem diferente e bem mais agradável do que os últimos títulos lançados desta franquia. 

Este jogo de plataformas destacou-se de outras produções ao focar-se exclusivamente na jogabilidade e à dificuldade que poderia trazer aos jogadores acabando por criar um clube de fãs bem maior do que alguma vez se poderia imaginar.

Inicialmente Super Meat Boy tinha uma jogabilidade diferente, os níveis eram curtos, tinham bastante dificuldade e alguns puzzles para serem explorados. O que é certo é que a versão atual do jogo é bem diferente e leva muitos jogadores ao desespero. Tudo isto acontece porque o jogo Super Meat Boy Forever tem agora as nossas personagens sempre em movimento onde nós só controlamos as restantes ações.



História…

Sobre este ponto não há muito a dizer, a luta continua a ser contra o Dr. Fetus. Este vilão regressa mais uma vez para atormentar a família de Meat Boy e Bandage Girl e raptar o filho de ambos.

 

Jogabilidade…

Tal como acontece no jogo original a campanha está dividida por vários níveis cada um deles com fases distintas onde os reflexos rápidos e a repetição vão ser a base do jogo.

Quando terminamos cada partida vamos ter que enfrentar onde os enormes bosses do jogo onde iremos expandir as mecânicas para confrontos de várias fases e desafios.

Tal como disse acima a nossa personagem está sempre em movimento, assim sendo basta nos controlar os movimentos como saltos, rasteiras, ataques e esquivas. 



A pergunta que muitos poderão fazer será… “E o que tem o jogo assim de tão difícil?”

A minha resposta será certamente, inimigos, serras, lazers, blocos destrutíveis, mais serras e muito desespero. e como se tudo isso não bastasse basta um simples erro nosso para regressar-mos ao último checkpoint, e como as fases do jogo são muito compridas poderemos ter de recuar o suficiente para repetir zonas que tivemos maior dificuldade de ultrapassar.

Eu diria que o jogo está recheado de “tentativa/erro”, e no decorrer de cada nível iremos errar muito. mas creio que só teremos noção do quanto erramos quando o nível termina e nós vemos a nossa prestação com Meat Boy’s todos em simultâneo onde iremos ver os vários locais onde morremos até conseguirmos terminar o nível.

 

Conclusão…

Apesar de o jogo ser bem desafiante, devo destacar a progressão dos níveis e a forma como a editora tornou tudo mais dinâmico. 

Gostei de algumas adições, como as rasteiras e a necessidade de alterarmos a direção da personagem em alguns momentos,diria que são pequenas novidades que trazem algum sabor a jogo novo.

É um jogo com uma dificuldade interessante que vai levar os jogadores a repetir em muitas vezes as mesmas fases do jogo e que certamente levará alguns jogadores ao desespero. Não deixa de ser bastante fiel a si próprio, o que certamente irá agradar os fãs deste estilo de jogo.

NOTA 8/10

Positivo
  • Adições de murros, pontapés e rasteiras.
Negativo
  • Chega a ser frustrante.

Um pouco mais sobre o autor…

O Bruno Costa é o editor e supervisor dos conteúdos da Strong Player. É o principal editor que distribui o seu tempo entre criação de notícias, reviews e desenvolvimento de artigos com curiosidades. Gosta de uma variedade de jogos bem extensa mas a sua preferência vai para os jogos de Zombies e para jogos com um modo história envolvente. Adora jogos de ação de mundo aberto com modo multiplayer e o seu preferido é o The Division 2.